19 de jan. de 2010

Lição 03 - O Salvador vem aí! ~> Conteúdo adicional para as aulas de Primários.

Lição 03 - O Salvador vem aí!
Texto Bíblico: Lucas 1.5-25; 57-66; 3.1-16



João Batista era um profeta. Deus lhe dera a importante tarefa de preparar o caminho para Jesus.
Como diversos profetas do Antigo Testamento, João Batista foi para o deserto a fim de poder concentrar-se em Deus e ouvir claramente as suas instruções.
João pregava longe de onde as pessoas moravam, para que pudesse ter sua total atenção quando elas vinham para ouvir suas mensagens. E vivendo no deserto, João demonstrava que o relacionamento de uma pessoa com Deus é muito mais importante que ter uma vida bela e confortável na terra.
Deixe a vida de João Batista recorda-lhe que você deve ser sério em seu relacionamento com Deus.
Texto extraído da: Bíblia do Adolescente Aplicação Pessoal, CPAD


Boa ideia!

Montando uma corneta!
Você vai precisar de cartolina, canetinhas hidrográficas, purpurina e cola colorida.
Na cartolina desenhe e recorte vários cones (uma para cada criança). Distribua o restante do material (cola colorida, purpurina, canetinhas) e peça às crianças para enfeitarem o cone. Depois unas a laterais formando uma corneta.
Comente com as crianças que elas devem anunciar o nascimento de Jesus a todas as pessoas.

* Devido ao Congresso da USADEC (na minha igreja) não houve EBD... Por isso houve um pequeno atraso nas postagens da Lição 03!! Mas, tá aí.... FICA COM DEUS!!!

Lição 03 - Presentes para o menino Jesus ~> Conteúdo adicional para as aulas de Jardim da Infância

Lição 03 - Presentes para o menino Jesus
Texto Bíblico: Mateus 2.1-12


I - De professor para professor
Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança compreenda que Jesus foi adorado como rei.
§ A palavra-chave deste domingo é “Presente”. No decorrer da aula diga: “Jesus recebeu presentes”.
§ Ensine os pequenos que devemos adorar Jesus como rei.



II Saiba Mais
Sabemos pouco sobre os “três magos” que foram ver o bebê Jesus. Na verdade o pouco que sabemos vem da lenda, não das Escrituras. A despeito do que você pode ter ouvido, não sabemos seus nomes. Ainda que digamos que eram três, a Bíblia nunca diz quantos eram somente que eles deram três presentes. Eles foram ver Jesus algum tempo depois de nascido. Eles avistaram uma estrela no Oriente, a seguiram, pois sabiam que ela anunciava o nascimento do Messias. Os presentes dos Magos eram ouro, incenso e mirra. A providência divina os mandou como socorro oportuno para José e Maria, em sua atual condição de pobreza. Assim nosso Pai celestial, que sabe de que necessitam seu filhos, usa alguns como mordomos para suprir a necessidade dos demais e dar-lhes o provimento desde os confins da terra.



III Conversando com o professor
As crianças nesta faixa etária, podem se tornar muito emotiva, desejando ser mais amada, ser sempre a primeira a ter tudo para ela. Não suporta perder, esperar pela sua vez, repartir com os outros. Tem que ter sempre razão, precisa sempre ganhar, e exige que lhe façam elogios. Contudo, ela solicita e aceita bem a orientação e a vigilância dos pais e professores, sempre perguntando como se faz as coisas que pretende, pois quer fazer tudo corretamente. É um excelente momento para trabalharmos conceitos como honestidade, verdade, fidelidade, altruísmo, empatia, retidão, dentre outros, que formarão e aperfeiçoarão o sei caráter (Texto extraído do livro, Amor e Disciplina para Criar Filhos Felizes).



IV – Sugestão
Você vai precisar de cartolina branca, papel crepom amarelo, cola branca e palitos de churrasco.
Desenhe a estrela de Belém na cartolina e peça às crianças que façam bolinhas de papel crepom e enfeitem a estrela. Depois fixe um palito de churrasco no verso da estrela.

* Devido ao Congresso da USADEC (na minha igreja) não houve EBD... Por isso houve um pequeno atraso nas postagens da Lição 03!! Mas, tá aí.... FICA COM DEUS!!!

14 de jan. de 2010

Conversando com o professor

Conversando com o professor
Para o professor é indispensável conhecer não somente a sua matéria, mas também seu campo de aplicação, que é o aluno. O semeador deve conhecer o terreno onde vai semear, e também como lançar a semente. O aluno é a matéria prima da Escola Dominical. O professor, se quiser ter êxito no ensino, deve estudar não só a lição, mas também o aluno. Conhecendo melhor o aluno isoladamente e no grupo, o professor planejará e aplicará o ensino adequadamente.

Que a Paz de Deus esteja sobre sua vida!
Boa Aula!!

Lição 03 - Aprendendo a Palavra do Papai do Céu ~> Conteúdo adicional para as aulas de Maternal

Lição 03 - Aprendendo a Palavra do Papai do Céu
Texto Bíblico: Neemias 8.1-3,13-18

I - De professor para professor

  • Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança sinta o desejo de aprender a Palavra de Deus.
  • A palavra-chave deste domingo é “Aprender”. No decorrer da aula diga: “Eu aprendo a Palavra do Papai do Céu”.
II Saiba Mais 

Prezado Professor, os filhos de Deus foram chamados para refletir a luz de Cristo. Luzes são planejadas para orientar. Temos de ajudar aqueles ao nosso redor que estão na escuridão. Temos de declarar-lhes a Palavra de vida. Devemos mostrar aos pecadores o Salvador, e aos fracos, o divino lugar de descanso. Os homens às vezes leem suas Bíblias e não entendem; devemos estar preparados como Filipe (At 8.26-28), para instruirmos a pessoa que pergunta acerca do significado da Palavra de Deus e do caminho da salvação. E para que isto aconteça devemos guardar a Palavra de Deus em nosso coração e não apenas na mente.

III Sugestão

Você vai precisar de papel ofício e lápis de cor.
Faça o desenho de uma Bíblia aberta, na folha de papel ofício (uma para cada criança).
Depois solicite aos pequenos que desenhem a história bíblica que eles mais gostam de ouvir.

7 de jan. de 2010

O Consolo de Deus em Meio à Aflição --- ((pelo Pb. José Roberto A. Barbosa))

TÍTULO: “O CONSOLO DE DEUS EM MEIO À AFLIÇÃO”

LIÇÃO 02 - DIA 10/01/2010
TEXTO ÁUREO - II Cor 1:3
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 1:1-7


Objetivo:
Mostrar que as aflições do tempo presente pode nos instruir a depender inteiramente de Deus, nosso auxílio e consolo.

INTRODUÇÃO
O cristão não está isento de passar por tribulações, na verdade, Jesus disse que no mundo teríamos aflições, mas não deveríamos perder o ânimo (Jo. 16.33). Na aula de hoje estudaremos a respeito da atitude do cristão diante das adversidades. Inicialmente trataremos sobre a introdução da Epístola em foco, em seguida, as aflições e o consolo cristão, e por último, abordaremos aspectos do sofrimento na vida do cristão.

1. UMA SAUDAÇÃO CONSOLADORA 
Em sua saudação inicial Paulo identifica-se como “apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus” (v.1), contrastando, assim, seu apostolado com outros, os dos “superapóstolos”, proveniente de homens (Gl. 1.15). Em seguida, o Apóstolo menciona a graça e a paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo (v. 2). A graça - charis em grego, nas epístolas paulinas, diz respeito ao fato do Pai ter enviado Jesus, Seu Filho, a fim de que o mundo fosse salvo por meio dEle (Rm. 5.8; II Co. 8.9). A paz, eirene em grego, equivalente a shalom em hebraico, que carrega o sentido de bem estar em Deus. Para Paulo, a paz de Deus é obtida mediante a morte de Cristo, já que, distante dEle, somos inimigos de dEle (Ef. 2.13-18). Ainda na saudação o Apóstolo expressa seu louvor a Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo que é o Deus de toda consolação - paraklesis em grego. Não existe outra maneira do homem ser consolado senão em Deus, pois Ele é o Porto Seguro em meio às ondas bravias do mar. Paulo passou por momentos de angústia na vida ministerial, mesmo assim, não desanimou (II Co. 11.16-29; 12.10), antes instruiu aos irmãos de Corinto para que usufruíssem das misericórdias divinas e do consolo dele proveniente. Jesus é o Consolador das nossas vidas, o Parácleto divino em quem encontramos a verdadeira paz (I Jo. 1.9), pois Ele é o Príncipe da Paz (Is. 9.6). Se no mundo temos aflições, Cristo nos dá a Sua paz (Jo. 14.27), uma paz que o mundo não conhece, pois essa é fruto do Espírito (Gl. 5.22), que é o Outro Consolador Prometido por Jesus (Jo. 14.16).

2. AFLIÇÃO E CONSOLO NAS TRIBULAÇÕES 
Paulo sabia o que era sofrer e a respeito disso deu testemunho em sua II Epístola aos Coríntios (II Co. 11.6.29; 12.10). E por causa de tais aflições, poderia, também, “consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmo somos consolados de Deus” (II Co. 1.4). Essa é uma demonstração de um dos motivos pelos quais somos afligidos, a fim de que possamos nos colocar no lugar daqueles que padecem. Sofrer, para Paulo, é um ato de comunicação, de identificação do crente com os sofrimentos de Cristo (II Co. 1.5; Fp. 3.10). Os sofrimentos de Paulo, bem como os dos coríntios, faziam com que eles fossem participantes dos sofrimentos de Cristo. Mas eles também partilharam do consolo em meio às tribulações, mesmo que essas aflições parecessem desesperadoras (II Co. 1.8). Esse consolo teve como fundamento a confiança, não em nós, mas em Deus, que tem poder até para ressuscita os mortos (II Co. 1.9). O Apóstolo revelou que havia recebido sentença de morte, isso se refere, provavelmente, às perseguições que sofreu por parte dos religiosos judeus durante sua viagem, que quiserem matá-lo (At. 20.19; 21.27). Certo Alexandre, naquele momento, causou muitos males a Paulo, que, mesmo abandonado (II Tm. 4.14) não se indispôs contra o Senhor, antes encontrou nEle e na esperança da Sua vinda, o conforto necessário para superar as aflições (II Co. 4.17,18).

3. O CRISTÃO E O SOFRIMENTO 
Paulo revelou que Deus permite que os seus filhos sejam afligidos (II Co. 1.5). Quando padecemos por sofrimentos por causa de Cristo o próprio Senhor sofre em nós (At. 9.4; Cl. 1.24). Nem sempre Deus livra o cristão do sofrimento, mas no sofrimento, e, como lemos na galeria dos heróis da fé de hebreus 11, determinadas aflições somente cessarão na eternidade. Mas o sofrimento do crente sempre tem um propósito, um deles é a produção de consolo e salvação para os outros (II Co. 1.6). A morte de vários cristãos ao longo da história serviu de semente para que o evangelho aflorasse em várias regiões do mundo. O sofrimento serve também como instrumento de conforto e consolo para outros crentes que sofrem. Afinal, a promessa de consolo vem do Senhor que também produz em nós essa mesma característica a fim de consolar outros (II Co. 1.7). O sofrimento não necessariamente decorre de pecado, na verdade, os crentes mais consagrados podem passar por provas desesperadoras (II Co. 1.8). Paulo testemunha que sofreu inúmeras perseguições tanto por parte dos judeus (At. 20.19; 21.27) quanto dos gentios (At. 19.23-40) e é bem provável que em uma dessas situações tenha sido sentenciado à morte. Mas o crente sabe que a morte não é o fim, a eternidade deva ser o alvo central da vida do cristão sofredor, pois quando tudo terminar, Deus estenderá sua mão, contanto que confiemos nEle, não em nós mesmos (II Co. 1.9). Ele é o mesmo Deus e do mesmo modo que agiu no passado agirá no presente e no futuro a fim de cumprir com Sua palavra (II Co. 1.10).

CONCLUSÃO 
O cristão está sujeito às aflições do tempo presente, mas ao invés de desesperar-se, busca a Deus em oração, para que Ele lhe dê o consolo necessário (II Co. 1.11), assim agiu Jesus para nos dar ensinamento no Getsêmane (Lc. 22.39-46). Na oração encontramos conforto e esperança em Deus, até aquele dia, a respeito do qual tratou o autor do Hino 371 da Harpa Cristã: “Breve vem o grande dia. Em que lutas findarão; Todos os males, agonias, desde mundo cessarão. Cessará no céu o pranto, pois não haverá mais dor, e ouvir-se-á o canto, dos remidos do Senhor”.

Fonte: EDB Web

 

INÍCIO DE TRIMESTRE




INÍCIO DE TRIMESTRE


Primeiras palavras...

             É inevitável que iniciemos o ano com a palavra PLANEJAMENTO, principalmente quando falamos sobre educação. Você certamente sabe da importância deste para o sucesso de sua Escola Dominical. Projetar significa lançar-se para frente, antever um futuro diferente do presente. Segundo Gadotti, projeto pressupõe uma ação intencionada com um sentido definido, explícito, sobre o que se quer inovar. Todo projeto supõe rupturas com o presente e promessas para o futuro. Projetar significa tentar quebrar um estado confortável para arriscar-se, atravessar um período de instabilidade e buscar uma nova estabilidade.
            É importante lembrarmos de três aspectos quando formos elaborá-lo. O projeto precisa enquadrar-se no tempo da história da escola, pois o que é inovador para uma pode não o ser para outra. O projeto também necessita encaixar-se no calendário da Escola Dominical, a fim de que obtenha sucesso. Além disso, é fundamental que se dê tempo para amadurecer as idéias, discutir em grupo os objetivos da Escola, porquanto o planejamento tem de ser um ato coletivo.Nesse processo podem-se distinguir dois momentos: momento da concepção do projeto; o momento da institucionalização ou implementação do projeto. 
                                                    
CONCEPÇÃO DO PROJETO 
Alguns fatores são imprescindíveis para o sucesso de seu projeto pedagógico:

  • Comunicação eficiente. As idéias precisam estar bem esclarecidas.
  • Adesão voluntária. É fundamental a participação de todos os integrantes do processo.
  • Suporte institucional e financeiro. A igreja precisa investir e apoiar o projeto.
  • Controle, acompanhamento e avaliação do projeto. É importante que tenha uma comissão de pedagogos ou psicopedagogos para realizar essas tarefas.
  • Credibilidade. As pessoas responsáveis precisam ser de confiança, competentes e comprometidas com o Reino de Deus e com os princípios bíblicos. 
  • Bom referencial teórico. Além das Escrituras Sagradas, nosso livro-texto, é fundamental que a filosofia educacional do seu projeto esteja bem fundamentada.
IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO                                                     
             O início de mais um ano na Escola Dominical deve ser realizado com muita alegria e satisfação tanto para alunos quanto para professores, pois este começo pode ser decisivo para o seu ano na ED. Normalmente, os professores se encarregam de preparar um princípio de trimestre atrativo para seus alunos, no entanto, acabam sendo esquecidos pela coordenação da ED.
             Por isso, tome algumas medidas essenciais para a realização da primeira classe de professores do ano:


  • Envolva toda a coordenação da Escola Dominical.
  • Elabore o evento com antecedência, pensando nos espaços, datas e horários.
  • Escolha uma comissão para cuidar exclusivamente da alimentação e decoração do espaço.
  • Se possível, selecione um texto que leve os participantes a refletirem sobre os objetivos de sua ED para este ano.
  • Organize a pauta da discussão com os temas mais abrangentes, no entanto, deixe um espaço para encaixar possíveis sugestões da equipe. 
  • Cuide para que os locais de reunião sejam limpos, identificados e já organizados com mesas e cadeiras na disposição ideal um dia antes.
  • Depois das boas-vindas, distribua o texto selecionado, dê tempo para leitura e abra o debate.
  • Apresente-lhes a pauta e inclua as sugestões dos professores. 
  • Ao final dos debates, faça um resumo das conclusões. Se possível entregue-lhes depois uma cópia contendo o resumo.
  • Se você não teve a oportunidade de fazê-lo e desejar, seria interessante também preparar um tipo de premiação para aqueles professores que mais se destacaram ao longo do ano.
Fonte: CPAD




Regras Práticas para os Professores II

Regras Práticas para os Professores
O valor de um homem ou de uma mulher de Deus não é mensurado apenas pela formação acadêmica ou capacidade intelectual, mas, principalmente, por sua espiritualidade e aplicação dos princípios de Deus em sua própria vida. Nós vivemos dias de profundas transformações e as necessidades humanas tornam-se ainda mais prementes diante dos falsos ensinos, do materialismo, do consumismo desenfreado, da exploração pelos poderosos, da falsa segurança representada por uma vida de pura aparência e, sobretudo, por uma religiosidade formal.
A igreja hoje é desafiada a perseverar diante da falta de compromisso com a fé e do esfriamento do amor, sinais do fim dos tempos. Faz-se necessário um empenho ainda maior, uma dedicação ainda mais sacrificial dos “obreiros dos bastidores”. É preciso ser destemido a fim de cumprir a chamada para o magistério perante tamanhos desafios.