5 de fev. de 2010

Lição 06 - O Ministério da Reconciliação ** Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas de Jovens e Adultos

O Ministério da Reconciliação
Leitura Bíblica em Classe: 2 Coríntios 5.14,15,17-21
Palavra-chave: Reconciliação

Introdução
I. A Vida Presente e a Futura (5.1-10)
II. O Amor de Cristo Constrange e Transforma (5.11-17)
III. O Ministério da Reconciliação (5.18-21)
Conclusão

I. A Vida Presente e a Futura (5.1-10)
“Pela revelação de Deus em Cristo, Paulo está certo de ‘que, se a nossa casa terrestre... se desfizer, temos de Deus um edifício’. O caráter transitório da vida na terra é expresso pela metáfora familiar de um tabernáculo que pode ser desmontado a qualquer tempo (cf. Hb 11.8-10). Quando isto acontecer, Paulo já possui, por fé, ‘uma casa não feita por mãos’, eterna, nos céus’ (cf. Cl 2.11; Hb 9.11). A linguagem de Marcos 14.58 é surpreendentemente similar: ‘Nos ouvimos-lhe dizer: Eu derribarei este templo, construído por mãos de homens, e em três dias edificarei outro, não feito por mãos de homens’. A esta afirmação sobre Jesus, como ocorre no Evangelho de João, o evangelista acrescenta: ‘Ele falava do templo do seu corpo’ (Jo 2.21). Paulo relaciona a ressurreição de Cristo com a igreja, como o corpo de Cristo, e usa a imagem do templo para o último (6.16; 1 Co 3.16). Portanto, um ‘edifício de Deus e uma casa não feita pro mãos’ podem pertencer ao mesmo círculo de idéias” (Comentário Bíblico Beacon. Vol. 8: Romanos a 1 e 2 Coríntios. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 428,429).
“Paulo contrasta nosso corpo terreno com nosso futuro corpo de ressurreição. Ele declara claramente que nosso corpo presente nos faz gemer e quando morrermos não seremos espíritos sem corpos. Teremos novos corpos que serão para nossa vida eterna. Paulo escreveu desse modo porque a Igreja em Corinto estava cercada pela cultura grega, e muitos crentes tinham dificuldades com o conceito de ressurreição do corpo porque os gregos não criam nisso. A maioria deles via a vida após a morte como algo que acontecia somente com a alma, com o verdadeiro ser que está preso a um corpo físico. Acreditavam que, com a morte, a alma era libertada; não existia imortalidade alguma para o corpo, e alma entrava em um estado eterno. Mas a Bíblia ensina que o corpo e alma não estão permanentemente separados. Paulo descreve nosso corpo ressuscitado com maiores detalhes em 1 Coríntios 15.46-58. Ainda teremos personalidade e características reconhecíveis em nosso corpo ressuscitado. Mas, por meio da obra de Cristo, nosso corpo está muito melhor do que podemos imaginar. A Bíblia não nos diz tudo sobre o nosso corpo ressuscitado, mas abemos que ele será perfeito, sem deficiências, doenças ou dores (ver Fp 3.21); Ap 21.4). Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, p. 1617

II. O Amor de Cristo Constrange e Transforma (5.11-17)
• “Porque o amor de Cristo nos constrange (5.14). ‘O amor de Cristo’ é mais frequentemente compreendido como um objetivo e não como um genitivo subjetivo. É o amor que Cristo tem por nós e expressou no Calvário, e não o amor que nós sentimos por Cristo, que exerce força constrangedora na vida do cristão. ‘Constranger’ é sunechei, ‘estar controlando alguém’. Há mais coisas implicadas além da influência moral. O amor de Cristo liberou em nós um poder que não pode ser negado. Esse amor é transformador em caráter, e com muita certeza renovará o crente da mesma maneira que transformou Paulo — que antes era inimigo do Senhor — em seu servo mais dedicado. [...] Por que o amor de Cristo nos constrange? Porque esse amor encontrou expressão em sua morte por ‘todos’ (aqui, claramente todos os crentes). Portanto, o crente, em união com Jesus, também morreu, e em união com Jesus ressuscitou para uma nova vida (Rm 6.1-14). ‘Para que’ é hina, que aqui expressa propósito mais do que resultado. O que Paulo quer dizer é que por meio da morte de Jesus e nossa união com Ele, Deus pretende trabalhar tanto em nossas vidas que nós chegamos ao lugar em que Paulo está agora — um lugar onde viveremos para Jesus e não para nós mesmos! O que Paulo fez aqui foi lançar a base teológica na qual ele constrói seu ministério — a grande verdade que modela a maneira como se relaciona com os coríntios e os outros. Paulo não perde a coragem, mesmo quando a igreja de Corinto está dividida por disputas de imoralidade. O apóstolo continua a ministrar com confiança, porque ele está absolutamente convencido de que nada no mundo será capaz de impedir o propósito de Deus na expiação! Deus certamente, cumprirá sua vontade na vida de cada crente. O Senhor fará aquilo que planejou fazer quando deu seu Filho por nós. Como Deus cumpriu seu objetivo? Unindo-nos a Jesus, para que compartilhemos tanto de sua morte quanto de sua ressurreição. Esta obra realizada pelo amor de Cristo exercerá força impulsionadora na vida do crente, e assim também os crentes de Corinto, certamente, crescerão à semelhança de seu Salvador. Que verdade vital para ter em mente. Às vezes, parece que damos um passo em direção à vida cristã, somente para retroceder dois. E frequentemente aqueles que amamos parecem indiferentes, inabaláveis pelo chamado de Cristo ao pleno comprometimento. Quando desencorajados, nós podemos ter esperança. Deus certamente realizará seu objetivo em nós e neles. Por meio de seu grande amor, foi introduzido dentro de nós um poder que nós levará, como levou a Paulo, a ‘não viver mais para [nós mesmos], mas para aquele que por [nós] morreu e ressuscitou’ (5.15)” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 375,376).

III. O Ministério da Reconciliação (5.18-21)
“A morte de Jesus foi uma propiciação, no sentido de que Ele pagou o preço que o pecado exige. A morte de Jesus foi redenção, no sentido de que o preço que Ele pagou, comprou nossa liberdade. E a morte de Jesus é reconciliação, no sentido de que ela exibe a graça de Deus e constitui prova de que Deus verdadeiramente perdoa, em lugar de computar nossos pecados contra nós. A expressão me logizomentos autois, ‘não lhes imputando seus pecados’ reflete uma verdade enfatizada em Romanos 4. Deus não imputa os pecados contra ninguém que tenha fé em Jesus (Rm 4.3; Sl 32.2). O evangelho de Cristo enfatiza o perdão, não a condenação! Deixemos que a lei e nossa consciência nos condenem e nos deixem desconfortáveis a respeito de nossa situação com Deus. Jesus deixa tudo aquilo para trás e nos convida a ir livremente a Deus, certos de que os pecados já não são problema mais em nosso relacionamento com o Senhor. O que torna este tema tão importante, é que o ‘mistério da reconciliação’ do Novo Concerto divulgado por Paulo mantém esta mesma ênfase! Em seu relacionamento com os coríntios, ele não parece inclinado a computar seus pecados. E ele não os usa contra eles! Ao contrário, ele é positivo e otimista. Olhando além dos problemas atuais, ele diz, com total sinceridade: ‘Grande é a ousadia da minha fala para convosco, e grande a minha jactância a respeito de vós; estou cheio de consolação e transbordante de gozo em todas as nossas tribulações’ (7.4). Paulo está absolutamente convencido de que o amor de Cristo é a influência controladora na vida dos coríntios, e que eles chegarão à posição em que, como Paulo, viverão alegremente para o Senhor e não para si mesmos. O papel de Paulo não é culpar ou condenar, mas continuar a expressar a confiança que ele tem na obra de Cristo dentro deles — e expressando esta confiança, ajudar os coríntios a viver mais e mais em harmonia com o Senhor” (RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. 1.ed. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 376-377)

Lição 06 - Desarme-se! Ou melhor, Arme-se! ** Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis.

Desarme-se! Ou melhor, Arme-se!
Texto Bíblico: 2 Timóteo 3.1-5 e 2Coríntios 10.4-6

Antes de falar da armadura que nos protege das artimanhas do Diabo, Paulo enfatiza, primeiro, o fato de que “não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” (Ef 6.12). O combate espiritual é travado contra seres invisíveis, que personificam as extremidades do mal. E as suas armas são espirituais, não físicas. Eles não podem morder fisicamente, violentar-nos sexualmente, ou fazer-nos levitar. Mas podem tentar-nos a trapacear, roubar e mentir. Além do mais, é crucial notar que, embora o Diabo não possa interagir diretamente conosco, de modo físico, pode ter acesso a nossa mente. Ele não pode ler a nossa mente, mas pode influenciar os nossos pensamentos. Se abrirmos a porta para Satanás, por falhar em vestir a completa armadura de Deus, ele fará algo como sentar-se em nosso ombro e cochichar em nosso ouvido. O cochicho não pode ser discernido com os ouvidos físicos; pode, no entanto, penetrar “o ouvido” da mente. Não podemos explicar como esta comunicação acontece, mas que tais comunicações de mente para mente ocorrem é indiscutível. Não fosse assim, o Diabo não poderia ter tentado Judas a trair seu Mestre, seduzido Ananias e Safira para enganar Pedro, ou incitado Davi a fazer o censo. Nem o apóstolo Paulo teria de nos instruir a vestir “toda a armadura de Deus, para que [possamos] resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes” (Ef 6.13). Finalmente, Paulo deseja que entendamos que, embora os anjos caídos não sejam serem físicos, são tão reais quanto a carne sobre os nossos ossos. Eles são seres malévolos, e a imensidão de seu intelecto excede a de qualquer pessoa que já viveu.

Professor, explique aos alunos que Satanás sabe muito bem que, sem a armadura espiritual descrita por Paulo em Efésios 6, somos simples peões em seu jogo.

Lição 06 - Fuja da Imoralidade ** Conteúdo adicional para as aulas de Adolescentes

Fuja da Imoralidade
Texto Bíblico: Provérbios 5.1-14; 6.24-29

Os adolescentes sofrem muito mais pressões no campo sexual do que seus pais enfrentaram. Vivem numa sociedade em que a mídia usa o sexo para vender de tudo e exalta o sexo fora do casamento. A regra bíblica de esperar até o casamento é tratada como um tema arcaico. Além da pressão, seu relógio biológico não coincide com a nossa cultura de retardar o casamento até, pelo menos, o término do Ensino Médio, na maioria dos casos. Embora entrem na puberdade com acompanhamento sexual, uma quantidade significativa de adolescentes experimentam relações sexuais. A gravidez na adolescência, até mesmo entre a faixa de 12 e 13 anos, está em alta. Os adolescentes são pajeados, entretidos e hipnotizados pela televisão. O tempo que despendem assistindo TV é maior do que aquele que será empregado nos estudos, e a maioria das coisas que assistem, divergem e escarnecem dos preceitos e valores bíblicos. O mesmo cardápio se difunde na indústria dos livros e revistas. No campo da música, os valores e atitudes dos adolescentes são moldados pelas letras de músicas obscenas, que exaltam o sexo, a perversão, a violência, as drogas e o ocultismo. Além das influências predominantemente negativas, a publicidade visa ensiná-los a serem materialistas e avarentos. Como os adolescentes de hoje enfrentam pressões inacreditáveis, precisam e desejam que os adultos os ouçam e os levem a Deus, que é especialista em situações impossíveis. Uma dessas pessoas importantes é você, professor.

Boa Ideia
Professor confeccione um diário de bordo para seus alunos. Explique-lhes que o diário de bordo é um precioso auxílio para os navegantes. É o local onde se anotam e registram diversos fatores que ocorrem em uma viagem. Apresente-lhes o diário que você preparou. Explique-lhes como devem ser feitas às anotações. Eles precisam anotar tudo o que fizerem durante todo o dia. O objetivo deste diário é saber como os alunos dividem o próprio tempo, e com o que eles têm se ocupado mais. Oriente-os a priorizar as coisas de Deus e dedicar-lhe mais tempo. Explique que da mesma maneira que o timoneiro é o responsável em guiar a navegação, nós somos responsáveis em guiar e administrar a nossa vida.

Lição 06 - Sob Influência ** Conteúdo adicional para as aulas de Pré-Adolescentes

Sob Influência
Texto Bíblico: 2 Reis 18.3,5-7; 22.1,2

O grupo de amigos é a ponte entre a segurança oferecida pela independência dos pais e a liberdade da independência. Trata-se também de uma característica predominante da vida social do adolescente. Os grupos de jovens adolescentes continuam a ser compostos por pessoas do mesmo sexo, como se fossem uma extensão das turmas de juniores. O forte desejo de ser aceito pelo grupo leva os adolescentes a fazerem quase tudo. Seja qual for o estilo de roupas do grupo, ele o adotará. Não importa a gíria usada pelo grupo, ele a usará. Tudo quanto o grupo apreciar, ele também vai gostar. Tudo o que o grupo fizer, ele fará. Ser diferente é cometer suicídio social. Deste modo, é difícil para o adolescente – se não impossível – ser o único a optar pelo Senhor e por seus mandamentos, quando o grupo não está interessado nisso ou age de forma contrária à Bíblia.

Professor, é vital que você aceite a todos de sua classe e não escolha favoritos. Seja amigo e mostre interesse pessoal por cada aluno. A Escola Dominical deve ser um grupo onde todos se sentem confortáveis, sabem que fazem parte da classe e são amados. Faça um esforço especial para incluir alunos que são rejeitados pelo restante da turma. Planeje com o grupo e participe de atividades para o Senhor dentro e fora da igreja. Ensine e estimule a evangelização entre amigos para ajudar os adolescentes a testemunharem para os colegas sobre Jesus, sem medo do ostracismo (exclusão, banimento) social.

Lição 06 - Jesus ensina sobre oração ** Conteúdo adicional para as aulas de Juniores

Jesus ensina sobre oração
Texto Bíblico: Mateus 6.5-13

Você quase pode ver a angústia estampada na face dos discípulos, no momento em que eles estavam ao redor do Mestre Jesus. Um deles, talvez Pedro, assume o papel de porta-voz do grupo. Em vez de pedir: “Senhor, ensina-nos como orar”, ele rompe o silêncio e diz: “Senhor, ensina-nos a orar agora!”(Lc 11.1). Suas palavras demonstravam tanto ansiedade quanto expectativa. Por diversas vezes, viram Jesus se retirar para lugares isolados, e maravilhavam-se ao ver a serenidade que o Mestre apresentava após aqueles momentos. É bem possível que os discípulos não soubessem o que fazia a face de Cristo brilhar, porém estavam certos de que, fosse o que fosse, eles também queriam vivenciar esta experiência, e naquele instante! Certamente os discípulos já ouviram Jesus pregar sobre a oração, especialmente no momento em que Ele apresentou o fascinante Sermão da Montanha (Mt 5-7). No entanto, aquele fora um sermão público, ministrado a uma multidão, e esta era a oportunidade para uma reunião particular. E Jesus, percebendo a ansiedade deles, sabia que teria total atenção. Havia centenas de orações registradas nas Escrituras, as quais o Mestre poderia ter chamado a atenção dos discípulos naquele dia. Por exemplo, a maravilhosa oração de Salomão, narrada no segundo livro das Crônicas. Jesus também poderia ter respondido aos discípulos, mencionando as orações de Josué, Jefté e, além dessas, a de Jabez. Entretanto, não fez isso. Jesus sabia que seus discípulos nunca compreenderiam plenamente os exemplos de oração, se não entendessem primeiramente os princípios da oração. É exatamente por isso que Ele nos deixou seu modelo de oração. Não nos deu um mantra; deu-nos um padrão de oração, e os discípulos aprenderam perfeitamente. Na verdade, até mesmo uma leitura superficial das epístolas nos revela o quanto assimilaram bem aquela lição. Em poucos anos, eles viraram o Império Romano de cabeça para baixo!

Professor, ensine aos alunos que da mesma forma que a oração de Jesus revolucionou a vida dos apóstolos, pode transformar a vida deles também. Incentive aos alunos a terem uma vida de oração.

Boa ideia!
Você vai precisar de uma caixa de presente lacrada e com uma fenda no centro, retângulos de papel ofício e lápis preto.
Entregue a cada aluno um retângulo e um lápis. Eles devem escrever um pedido de oração e colocar dentro da caixa. Escolha um por orar todos os dias pelos pedidos, e trazer a caixa no próximo domingo e entregar a outra criança e assim sucessivamente até que todos tenham participado. Durantes os domingos dê oportunidade para que os alunos testemunhem as respostas de oração.

Lição 06 - Valeu a pena esperar o Salvador ** Conteúdo adicional para as aulas de Primários.

Valeu a pena esperar o Salvador
Texto Bíblico: Lucas 2.21-39

As famílias judias observavam várias cerimônias logo após o nascimento de um bebê. Entre as mais importantes estão:

(1) a circuncisão. Todo menino era circuncidado e recebia um nome ao oitavo dia após o nascimento (Lv 12.3). A circuncisão simboliza a separação dos judeus dos gentios e seu relacionamento singular com Deus.

(2) A redenção do primogênito. O filho primogênito era apresentado a Deus um mês após o nascimento (Êx 13.2,11-16). A cerimônia incluía o resgate da criança para Deus por meio de uma oferta. Deste modo, os pais reconheciam que o filho pertencia a Deus, o único com poder de dar a vida.

(3) A purificação da mãe. Por quarenta dias depois do nascimento de um filho, a mãe era considerada impura; e não podia entrar no templo. No final desse período de separação, os pais deveriam oferecer um cordeiro em holocausto e um pombo como oferta pelos pecados. O sacerdote sacrificava estes animais e declarava a mulher purificada. Jesus era o filho de Deus, mas sua família realizou estas cerimônias de acordo com a lei.
(Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD, pág. 1346).
 
Boa ideia!
Você vai precisar de tubos de papelão, cartolina branca, papel crepom branco, cola branca, tesoura, canetas hidrográficas e lástex.
Na cartolina branca desenhe um par de asas. Entregue os tubos de papelão para as crianças, e peça para elas encaparem com o crepom branco e desenharem os olhinhos da pomba (no inicio do tubo).
Cole as asas da pombinha no tubo. Depois com o auxílio da agulha, perfure o tubo de papelão e as asinhas para passar o lástex.
Ao fazer o movimento do ioiô com o lástex, as crianças terão a sensação de que a pombinha está batendo asas.

Lição 06 - O Menino Jesus conversa com os professores ** Conteúdo adicional para as aulas de Jardim da Infância

O Menino Jesus conversa com os professores

I - De professor para professor
· Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é que a criança compreenda que Jesus amava a Casa de Deus.
· A palavra-chave deste domingo é “conversar”. No decorrer da aula diga: “Jesus conversou com os professores”.

II – Saiba Mais
Jesus Cristo era humilde e estava disposto a renunciar aos seus direitos para obedecer a Deus e servir ao povo. Devemos, assim como Cristo, adotar atitude de um servo e servir pelo amor que temos a Deus e aos nossos semelhantes, e não por qualquer sentimento de medo ou culpa. Lembre-se: Você pode escolher a atitude que vai tomar. Pode viver na expectativa de ser servido ou procurar oportunidades de servir aos outros. Veja Marcos 10.45 para mais detalhes sobre a atitude que o Senhor Jesus Cristo demonstrou em relação a servir. Sem deixar de ser Deus, Ele se tornou um ser humano, o homem chamado Jesus. Para tornar-se humano, Ele não desistiu de sua divindade, mas deixou de lado o direito à sua glória, poder e sabedoria. Jesus de Nazaré estava sujeito ao lugar, ao tempo e a muitas outras limitações humanas. O que tornou essa humanidade única e especial foi sua isenção de pecado.
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, p.1663. CPAD
 
III – Conversando com o Professor
O ensino da Palavra de Deus é uma obra espiritual, significa a cultura da alma. Ganhar o aluno para Cristo é apenas o início da obra: é mister cuidar em seguida da formação dos hábitos que formam o caráter ideal modelado pela Palavra de Deus. São os hábitos que formam o caráter: este influi no destino da pessoa. Professor cabe a você desenvolver a espiritualidade dos alunos e o caráter cristão.
Manual da Escola Dominical, p 120. Rio de Janeiro:CPAD
 
IV – Sugestão
Você vai precisar de papel quarenta quilos e caneta hidrográfica preta.
Procedimento: Dobre o papel, formando um grande leque. Depois com o auxilio da caneta hidrográfica e escreva no leque o versículo do dia. Dobre-o novamente e prenda-o com um pedaço de elástico.
Apresente o leque às crianças e conforme for lendo o versículo vá desdobrando o leque. Ele deverá ser desfeito aparentando que a folha “cresceu”.
Obs. Se preferir pode confeccionar um para cada criança em versão menor.