26 de abr. de 2010

Lição 03 - Jesus transforma água em vinho ☆ Conteúdo adicional para as aulas de Maternal

Jesus transforma água em vinho

Texto Bíblico: João 2.1-11
De professor para professor
Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que precisamos recorrer a Jesus nos momentos de necessidade.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido. 

• A palavra-chave da aula de hoje é “CONFIAR”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Você pode confiar em Jesus.


Para refletir

• “Na época de Jesus, os casamentos eram festas que duravam uma semana inteira. Os banquetes eram preparados para muitos convidados, e a semana poderia ser gasta celebrando a nova vida matrimonial do casal. Muitas vezes a cidade era convidada, todos podiam comparecer; era considerado um insulto recusar o convite para um casamento. Para acomodar muitas pessoas, era necessário um cuidadoso planejamento. Acabar o vinho era algo mais do que embaraçoso; um fato como este representava uma grave falta em relação às regras de hospitalidade. Jesus estava prestes a suprir uma necessidade altamente emergencial” 
Extraído da: Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD
• Professor, “as crianças do maternal gostam de contar as historias que ouviram. Sempre que possível, você deve dar à criança a oportunidade de recontar a história contada na classe, deixando-a manusear os visuais” (Marta Doreto). 


Atividade Manual
Para reforçar o ensino da lição, sugerimos que as crianças encenem a história bíblica. 

☆ Desculpas ☆

Olá pessoal!

Estive com uns probleminhas com a minha net, e não estava conseguindo postar no blog. Mas graças a Deus já resolvi, e estou de volta. Peço desculpas por duas lições que não foram postadas (lições 3 e 4). Estarei postando-as para não ficar incompleto. Agradeço a todos pelo carinho, atenção e acompanhamento.

Um abraço!

Fica com Deus!!

11 de abr. de 2010

Lição 02 - Os perigos do desvio espiritual ~*~ Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas Jovens e Adultos

Os perigos do desvio espiritual
Leitura Bíblica em Classe: Jeremias 2.1-7,12,13

I. O que é apostasia?
II. Um brado contra a apostasia
III. Em que consistia a apostasia de Israel?

Tema do Subsídio: Pregador e Pregação: Um antídoto eficaz contra a apostasia

Prezado professor, na lição de hoje o universo temático é palpitante: Apostasia. A apostasia é um ataque interno, ela surge silenciosamente no seio da família, igreja e seminários; e se externaliza em seus efeitos perante a sociedade. O subsídio dessa lição se propõe analisar os instrumentos eficazes para denunciar e erradicar a Apostasia: Pregador e Pregação. Visando fazer um diálogo desses dois instrumentos com a problemática da apostasia, queremos mostrar a relevância e a seriedade que se deve aplicar ao exercício da pregação contemporânea.

A relevância do Pregador
O pregador contemporâneo tem um grande desafio pela frente: ser autêntico com a genuinidade do Evangelho. O grande perigo que sonda o pregador é a espetacularização da mensagem. A consequencia é a “fabricação” da mensagem para massagear egos e não comunicar verdades palpitantes do texto bíblico. Deve o pregador ter em mente que a sua relação com a Bíblia deve ser a mais natural possível. Sobre isso diz o doutor Martin Lloyd-Jones (o relevante pregador britânico de sua época) ao pregador: “O grande perigo é lermos a Bíblia ao acaso, pegando somente as passagens de que gostamos. O certo seria lermos a Bíblia pelo menos uma vez por ano, todos os anos. Feita essa leitura geral todos os dias, podemos estudar um livro específico da Bíblia com a ajuda de comentários. Não se deve ler a Bíblia à procura de textos para sermões, mas sim porque ela é um alimento de Deus para a alma. Assim fazendo, logo descobriremos um texto em particular que nos abala, sugerindo um material para o sermão”. Esse condicionamento para o texto bíblico implicará na motivação do Pregador. O pregador que tem em sua alma a essência do Evangelho poderá falar seguramente “Assim diz o Senhor!”, ainda que esta fala afronte diretamente interesses particulares. O Evangelho não é para concessões, mas nós devemos a todo tempo fazer as concessões que o Evangelho determina. É o Evangelho que faz o homem retroceder nos seus intentos ruins. Sentir o que Deus sente, falar o que Deus fala só é possível a partir da relação íntima cultivada com Ele após perscrutar os direcionamentos dados através de suas Verdades. Por isso, a relação do pregador diante da revelação de Deus, deve ser proporcional a necessidade íntima que ele manifesta perante Deus, ou seja, precisa vir da relação mais natural possível com a Palavra de Deus.

A pregação e a apostasia
Para a apostasia ser combatida e erradicada, a pregação deve desempenhar um papel relevante. Seus aspectos, desafiador, corretor e consolador precisam ser preservados com a base do amor. Podemos tomar emprestadas algumas considerações de Jhon MacARTHUR, Jr.[1], onde ele explora com destreza as características da pregação:
 
· A pregação deve receber a devida prioridade;

· A pregação deve receber a devida fundamentação;

· A pregação deve possuir o devido conteúdo;

· A pregação deve conter o devido compromisso;

· A pregação deve manifestar o chamado supremo do pregador.

Expressando de forma autêntica, o Pastor George O. Wood expõe a seriedade da pregação elegendo um método: “Uma razão para o pastorado longo: ‘Pregação Expositiva’[2]. A pregação expositiva basicamente toma uma perícope da Escritura respondendo duas perguntas: O que disse? E o que diz? Após responder essas perguntas, os pontos principais e os subpontos da mensagem são regidos pelo próprio texto, ou seja, a pregação expositiva não permite ondulações externa ao texto, mas exige que o pregador domine integralmente o âmago do texto para garantir a fidelidade na exposição do texto bíblico. Por isso o papel da pregação no combate à apostasia é tão relevante! Olhando para a história da igreja, aonde ocorreram os Avivamentos, Despertamentos e Arrependimentos; a seriedade kerigmática sempre esteve presente nesses movimentos (John Wesley; Charles Spurgeon; Jonathan Edwards; etc...). Portanto, contra a apostasia, faz-se necessário o exercício sério, paulatino, intelectual e espiritual da pregação. Esta por sua vez precisa responder perguntas que estão sendo feitas, precisa comunicar verdades absolutas, precisa iluminar as mentes, precisa aquecer os corações, precisa acalmar o aflito, precisa incomodar o acomodado, precisa desafiar à encarnarnação dos valores contido no Reino. O Pregador precisa falar e o povo precisa ouvir, assim, a apostasia terá uma poderosa barreira no seio da igreja!

Lição 02 - Eu & a Igreja ~*~ Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis

Eu & a Igreja
Texto Bíblico: 1 Coríntios 12.12-27

Nesta semana pesquise a respeito de músicas que fazem sucesso com os adolescentes, pois nesta faixa etária muitos hábitos e comportamentos são ditados por cantores, bandas e grupos mundanos. Como professor de adolescente, você já deve ter ouvido falar em Jonas BROTHERS, HIGH SCHOOL MUSICAL, HANNAH MONTANA, The Pussycat Dolls. Pesquise na internet a respeito desses grupos e esclareça seus alunos a respeito da origem desses grupos e da influência que exercem sobre o público. Por exemplo: as PUSSYCAT DOLLS têm sua origem na prostituição; e suas músicas possuem um conteúdo antibíblico. Já a estrela do High School Musical, que no filme aparece como uma doce menina, pura e de bom caráter, possui em seu currículo um escândalo com fotos inapropriadas veiculadas na internet. Além disso, numa entrevista ao jornal The Sun a atriz afirma que “ser uma mulher e poder mostrar um lado sexy te faz poderosa. Poder mostrar que você está confortável consigo mesma é bom. Eu sem dúvida posaria para uma revista sexy.” Em seguida, explique que o cristão, como sal da terra e luz do mundo, é quem deve influenciar e não ser influenciado. Aproveite para reforçar os princípios e valores cristãos ensinados pela Bíblia Sagrada. Enfatize também que esse estilo de vida baseado na Palavra de Deus é uma forma de adoração ao Senhor.

Uma meditação para você
“Você já olhou para a sua classe de alunos, e perguntou a si mesmo o que faz bem a cada um deles? Que desafio! Se você pedir, Deus poderá lhe dar a visão e o discernimento para entender as personalidades deles, que estão sendo influenciadas por você e por aqueles que estão ao redor deles. Como professor, a oportunidade de você influenciar os seus alunos é normalmente limitada a um curto ano. Mas mesmo neste curto período de tempo, Deus pode capacita-lo para canalizar a energia deles na direção correta, porque Ele tem uma grande visão para cada um. A visão Dele para os seus alunos é de ‘prosperidade e um futuro cheio de esperança’ (Jr 29.11 — NTLH). Os professores podem ser apenas uma pequena parte da equação, mas não subestime a maneira como Deus pode trabalhar por seu intermédio. A visão Dele é superior. Assim, enquanto você começa a conhecer estes alunos difíceis ou desafiadores, ou os preparados, ou os superficiais, peça que Deus lhe dê a visão Dele. Nas Escrituras, muitas pessoas viam Davi somente como um humilde pastor, mas Deus e o profeta Samuel viam Davi como um rei! Você pode ter alunos que sonham acordados; Deus pode os ter dotado de criatividade. Outros parecem não ter autoconfiança; Deus pode ter plantado neles sementes de verdadeira humildade. Outros, ainda, podem parecer teimosos ou obstinados; Deus pode estar desenvolvimento neles um caráter de persistência, para que sejam líderes políticos ou espirituais. Como é estimulante quando Deus compartilha a visão que Ele tem para cada um! Faça a sua parte ajudando-os a crescer, para que se tornem homens e mulheres que tenham um caráter temente e obediente ao Senhor.”

Lição 02 - É preciso amar ~*~ Conteúdo adicional para as aulas de Adolescentes

É preciso amar
Texto bíblico: 1 Coríntios 13.1-7,13

O amor é sofredor (paciente) para com as pessoas que nos provocam ou nos ferem. Não permite que surjam sentimento, mesmo quando os males assolam. Ele caminha a segunda milha, oferece a outra face, suporta o insulto, é paciente com os que discordam, ou escarnecem, ou zombam (Mt 5.39,41). Reflete a paciência de Deus para com os pecadores: não pode ser irritadiço para com aqueles por quem Cristo morreu. O amor não pára com uma mera paciência que tolera aqueles que amontoam abuso sobre abuso. É ativamente gentil, vence o mal com o bem (Lc 6.27; Rm 12.21), procura o que pode fazer pelos outros, põe-se a serviço de outros, encoraja os outros a falar e ministrar (1 Co 14.30,31). O amor não é invejoso, nunca tem ciúmes, nunca expressa má vontade, malícia ou mau humor. Ele não trata com leviandade, nunca é fanfarrão, mas é verdadeiramente humilde. O amor não se ensoberbece, não é orgulhoso, inchado ou convencido, nem é ávido por honra. O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Sempre defende, sempre confia, sempre tem esperança, sempre persevera, suporta a pressão com fé e esperança ousadas. Vê onde é preciso ajuda e se coloca sob a carga sem que lhe seja pedido ou implorado. Fornece coragem sincera aos outros. Professor se estas características (presente nos que amam e servem a Deus) parecem difíceis de se ter, lembremo-nos de que podemos buscar a Deus para que Ele derrame o seu amor em nosso coração pelo Espírito Santo (Rm 5.5). Aproveite e ore com os seus alunos, pedindo a Deus que os ensinem o verdadeiro amor.

Lição 02 - O trigo e o joio ~*~ Conteúdo adicional para as aulas de Pré-Adolescentes

Lição 02 - O trigo e o joio
Texto Bíblico: Mateus 13.24-30

Depois que Jesus expôs as parábolas do grão de mostarda e do fermento, Ele foi para casa – provavelmente para a casa de Pedro em Carfanaum. Na privacidade do lar, os discípulos pediram uma explicação da parábola do Joio. Como na parábola do Semeador, Cristo deu uma interpretação detalhada. O semeador é o filho do homem. O campo é o mundo, a boa semente são os filhos do Reino – aqui a igreja invisível, todos aqueles que são verdadeiros filhos de Deus, e o joio são filhos do maligno. O inimigo é o Diabo; e a ceifas é o fim do mundo, e os ceifeiros são os anjos. No fim desta era, disse Jesus, Ele enviará os seus anjos para colher do seu Reino. Tudo o que causa escândalo significa “tudo o que apanha em armadilha ou seduz os homens à destruição”. Iniquidade é, no grego, “impiedade”. Estes serão lançados em uma fornalha de fogo, onde haverá pranto e ranger de dentes – uma frase encontrada cinco vezes em Mateus e uma vez em Lucas. Ela sublinha o horror do inferno. Em contraste com isso, os justos resplendecerão como o sol. Este é, o eco de Daniel em 2.13.

Lição 02 - Um ato heróico de Raabe ~*~ Conteúdo adicional para as aulas de Juniores

Um ato heróico de Raabe
Texto Bíblico: Josué 2.1-15

Para a aula deste domingo, gostaríamos de levá-lo a uma reflexão a respeito de sua prática educativa na Escola Dominical. Em primeiro lugar, o que é ser criança para você? O que é infância? Por que você é professor de Escola Dominical? Por que você escolheu dar aulas para a turma de 7 e 8 anos? Você gostaria de ser seu aluno? Você gostaria da sua sala de aula? Você gostaria da sua aula? Suas aulas têm provocado mudanças de atitude e comportamento nos alunos? Pense a respeito dessas questões e anote as respostas numa folha de papel. Em seguida, leia o pequeno trecho abaixo, medite em suas respostas para as perguntas acima e busque soluções para melhorarem seu fazer pedagógico. É importante observar e compreender a criança, a fim de lhe propiciar oportunidades de conhecer a si própria e a realidade mediante experiências ricas e significativas. Além disso, é fundamental também que o professor estabeleça um diálogo entre sua prática e o significado do universo infantil. É preciso que ele compreenda a criança não somente sob sua perspectiva, mas do próprio ponto de vista da criança. Jamais esqueça o planejamento de suas atividades, pois isso gera improvisação, falta de objetividade e organização, e desinteresse das crianças. Contudo, seja flexível, não desperdice os imprevistos ocorridos na aula proporcionados pelos alunos. Por fim, após o encerramento de cada aula, reserve um momento para refletir sozinho e outro momento para trocar experiência e discutir com outros professores assuntos relacionados à sua experiência, a fim de aperfeiçoar seu ministério.