1 de ago. de 2010

Lição 05 - A Bíblia nos ensina a adorar a Deus! - Conteúdo adicional para as aulas de Jardim da Infância

A Bíblia nos ensina a adorar a Deus! 
Texto Bíblico: 2 Crônicas 29.1-36; 30.1-27

I - De professor para professor
Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que a Palavra de Deus nos ensina a adorá-Lo.
• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.
• A palavra-chave da aula de hoje é “ADORAÇÃO”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Devemos adorar somente a Deus.”


II - Para refletir

• “Somente Deus é digno de ser adorado. Qual é a sua atitude em relação à adoração? Você vai à presença de Deus de boa vontade e alegremente ou está apenas seguindo um ritual, reluta para ir à igreja? Este salmo atesta que devemos lembrar-nos da bondade de Deus e da dependência que temos dEle, que devemos adorá-Lo com ações de graças e louvor!”
Extraído da: Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal,  CPAD
• Professor, “quando chega aos seis anos, a criança já adquiriu a consciência de seu eu. Ela é o centro do seu próprio universo, dá grande importância ao seu nome, e gosta de escrever seu nome em todas as coisas que faz. Interessa-se por sua infância, por histórias acerca dela própria, por tudo o que lhe diz respeito. Até porque se imagina como tendo vivido sempre no passado, e devendo viver para sempre no futuro. Neste período acontece o fortalecimento da identidade pessoal, ao mesmo tempo em que valores, preferências e hábitos podem ser mudados pela facilidade com que a criança pode manipular transformar coisas, pessoas e situações. Ela sempre pensa que sabe tudo, e quer fazer tudo à sua maneira, usando ‘porque não quero’, ou ‘não faço’. Pode manter relações difíceis com as figuras de autoridade (pais, professores, irmãos mais velhos, etc.), especialmente se estas não souberem convencê-la com sabedoria, paciência e bom humor” Extraído do livro: Amor e Disciplina para Criar Filhos Felizes, Elaine Cruz, CPAD

III -
Regras Práticas para os Professores 
 “A imitação é a primeira forma de aprendizagem da criança. Quando ela dá seu primeiro sorriso, por volta das primeiras semanas, ela nada mais faz do que imitar o sorriso de alguém. Assim, ela sorri porque vê outro sorrir, porque imita, não porque é boazinha, ou tenha intenção de agradar à outra pessoa — a simpatia só vai acontecer por volta do terceiro ano de vida! Do mesmo modo, ao longo do seu desenvolvimento, ela vai assimilando e aprendendo mais pelos exemplos das outras pessoas do que pelas palavras. Pais que querem ensinar seus filhos a comerem legumes, não podem comer só hambúrguer e batata frita. Pais que desejam filhos mansos e educados, precisam ser primeiro mansos e educados!” Extraído do livro: Amor e Disciplina para Criar Filhos Felizes, Elaine Cruz, CPAD

Atividade 

Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre, página 19.
Caso sobre algum tempo para mais uma atividade, sugira que as crianças encenem a história bíblica.

Lição 05 - A oração que tirou o amargo - Conteúdo adicional para as aulas de Maternal

A oração que tirou o amargo 
Texto Bíblico: Êxodo 6.22-27

I -
De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que devemos orar em vez de reclamar.
• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.
• A palavra-chave da aula de hoje é “RECLAMAR”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Em vez de reclamar, precisamos orar”.


II - Para refletir

• “À medida que os israelitas se viam frente a perigos, escassez e dificuldades, eles se queixavam amargamente. Mas, como sempre, Deus atendeu às necessidades deles.
Circunstâncias difíceis muitas vezes nos levam ao estresse e, naturalmente, reclamamos. Na verdade os israelitas queriam uma vida mais fácil. Sob a pressão do momento, não conseguiam enxergar nem focar a causa de seu estresse (a falta de confiança em Deus).
Quando estiver sob pressão, procure resistir à vontade de reclamar. Em vez disso, lembre-se do poder e da sabedoria de Deus para ajudá-lo a enfrentar a causa de seu estresse ”. Adaptado da: Bíblia do Estudante  Aplicação Pessoal, CPAD
• Professor, “o quarto ano de vida é importante para a construção do processo de abstração: a criança consegue se situar ao longo do tempo (passado, presente e futuro), vendo-se em um processo contínuo, além de ser capaz de abstrair situações, conceitos e ações. Assim, pode reagir às situações presentes, às imagens do passado e a planos e elaborações futuras” (Elaine Cruz).


III - Regras Práticas para os Professores
 
“A imitação é a primeira forma de aprendizagem da criança. Quando ela dá seu primeiro sorriso, por volta das primeiras semanas, ela nada mais faz do que imitar o sorriso de alguém. Assim, ela sorri porque vê outro sorrir, porque imita, não porque é boazinha, ou tenha intenção de agradar à outra pessoa — a simpatia só vai acontecer por volta do terceiro ano de vida!
Do mesmo modo, ao longo do seu desenvolvimento, ela vai assimilando e aprendendo mais pelos exemplos das outras pessoas do que pelas palavras. Pais que querem ensinar seus filhos a comerem legumes, não podem comer só hambúrguer e batata frita. Pais que desejam filhos mansos e educados, precisam ser primeiro mansos e educados!”. Extraído do livro: Amor e Disciplina para Criar Filhos Felizes, Elaine Cruz, CPAD

Atividade Manual
Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre, página 18.

25 de jul. de 2010

* O PAPEL DA IGREJA NA EDUCAÇÃO CRISTÃ *

A missão da igreja deve ser levada a cabo principalmente através do processo da educação cristã, porque devemos “ir e ensinar”. Portanto, a verdadeira natureza da educação cristã é obviamente missionária, pois devemos “ensinar todas as nações”. O conteúdo dessa missão, então, reside no próprio Cristo, pois “batizar as pessoas” indica a garantia da total submissão a Ele como Salvador e Senhor. Mas a missão não acaba aí. A frase “ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado” convoca a um processo vitalício de crescimento no discipulado e na ação cristã. É mais do que simplesmente “recrutar” essas pessoas! E como o apóstolo Paulo, todo discípulo encontra-se continuamente “prosseguindo para o alvo” (Fp 3:14). Se a igreja deve, então, ser tudo o que Cristo a chamou para ser, nós não podemos fugir do papel de ensinar. Esse papel não é unicamente satisfeito pela liderança da igreja, mas é a responsabilidade e o privilégio de cada membro dela. A igreja de Jesus Cristo é uma igreja que ensina!

Pr. Marcos Tuler

Lição 04 - Profecia e Misticismo *-* Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas de Jovens e Adultos

Profecia e Misticismo
Leitura Bíblica em Classe: Deuteronômio 13.1-5; 18.10-12

I. Avaliação da profecia
II. Práticas divinatórias
III. A necessidade da profecia bíblica
Conclusão

Prezado professor, na lição deste domingo o tema a ser tratado é “Profecia e Misticismo”. É um assunto bem atual que remonta o contexto de busca pela espiritualidade no Brasil. Porém, o que a mídia e outros setores de comunicação entendem por espiritualidade é uma rede de conceitos completamente frontal aos princípios estabelecidos pela Palavra de Deus. Gostaríamos de destacar alguns termos, os quais aparecem em Deuteronômio 18.10,11, que farão lembrar compreensão equivocada que a sociedade hodierna tem pelo termo espiritualidade. Os termos são:

· Adivinhador – É o que pratica adivinhação e feitiçaria.
· Agoureiro – Significa fazer agouros pela nuvem. Mas o seu sentido pode ser ampliado para “observar os tempos, praticar adivinhação, espiritismo, magia, bruxaria e encantamento.
· Feiticeiro – Fazer encantamento, adivinhação, presságio, feitiçaria, agouro.
· Encantador de encantamentos – Unir, dar um nó mágico. Manipulação de determinados “poderes sobrenaturais”.
· Consultor de espírito adivinhante – A expressão significa médium, espírito, espírito de mortos, necromante e mágico. A expressão “quem consulte os mortos” é literalmente usada para indicar a necromancia. O necromante é aquele que faz adivinhação por meio de consulta aos mortos, ou seja, é a prática mediúnica. A palavra grega para necromante é nekuomanteia cujo significado é “necromancia, adivinhação por meio da evocação dos mortos”.
· Mágico – É o agoureiro, adivinhos.[1]

Os deuses pagãos (que surgem no imaginário do povo pagão) eram uma abominação, porque eles constituíam uma reivindicação rival à soberania do Senhor. Os seus profetas eram igualmente maus. Professavam ouvir a comunicação de outros deuses e, por isso, tinham de ser mortos por ajudar e promover a sedição segundo o mandamento de Deus. A aparição de falsos profetas e a adoração a falsos deuses (cujo a Bíblia os chama de demônios) está relacionada a prática divinatória. Antes de Moisés anunciar a promessa de Deus sobre o estabelecimento do ministério profético em Israel (Dt 15.15-22), Deus advertiu o povo para que ninguém se envolvesse com práticas divinatórias e enumerou algumas delas, dizendo serem parte de culto pagão dos cananeus[2]. Em Deuteronômio 15 é evidente que as práticas divinatórias estão relacionadas com a crença de vários deuses e a ação que constitui o estabelecimento do fenômeno religioso do povo pagão primitivo. Ao estudar a função do profeta, entendemos que seu objetivo nunca foi adivinhar o futuro ou praticar a adivinhação em qualquer esfera. O profeta atuava para atender as reais necessidades do povo como o mensageiro de Deus. Portanto, o conceito de profeta como adivinhador do futuro é completamente impossível pela Escritura. Esperar que o profeta esteja disponível para adivinhar o porvir é abominação aos olhos de Deus! Sabemos que o Brasil está mergulhado nos mais profundo ocultismo. Mas o que espanta, é esse mal imperar em certos arraiais evangélicos na forma de “experiências espirituais”. Fotos, rosas ungidas, sal grosso, rodopios “espirituais” e etc., envergonham o Evangelho pisando no sacrifício de Cristo e expondo uma grande parte do povo evangélico brasileiro ao ridículo. Em reuniões que acontecem tais manifestações, o que vemos, é uma série de manifestações e expressões que em nada lembrar o verdadeiro poder de Deus.
Professor, converse com seus alunos e explique que os objetivos da aula são: conhecer o termo misticismo;
explicar o que são práticas divinatórias;
identificar atos maléficos a nossa fé;
compreender, de uma vez por todas, que a relevância do Evangelho não está numa suposta experiência espiritual, mas através da experiência viva e iluminadora da manifestação de Cristo Jesus em nós: “o mistério que esteve oculto desde todos os séculos e em todas as gerações, e que agora, foi manifesto aos seus santos; aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória” (Cl 1.26,27). Boa aula e Deus lhe abençoe!

Referência Bibliográfica

SOARES, Ezequias. O Ministério profético na Bíblia. Rio de Janeiro, CPAD, 2010.

ZUCK, Roy B. Teologia do Antigo Testamento. Rio de Janeiro, CPAD, 2009.

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[1] SOARES, Ezequias. O Ministério profético na Bíblia. Rio de Janeiro, 1. ed. CPAD, 2010, p. 70,1.
[2] Vide a lista da prática divinatória acima.

Lição 04 - O Fruto do Espírito Santo *-* Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis

O Fruto do Espírito Santo
Texto Bíblico: João 15.1,2,5; Gálatas 5.22-25

V. 22- Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade.

É notável a formulação desta frase em relação com o versículo 19. A mudança de “obras” para “fruto” é importante porque remove a ênfase do esforço humano. É significativo que Paulo use o singular “fruto” e não o plural “frutos”. Encabeçando a lista está ágape que aparece sempre ao final dos catálogos de virtudes e manifesta deste modo como princípio e fundamento de todas as demais virtudes. Este amor foi derramado em nossos corações com o Espírito Santo e se manifesta na fé enquanto amor “meu”. Ele dirige-se a Deus (Rm 8.28; 1 Co 2.9), a Cristo e ao próximo (Rm 13.8,10; Gl 5.13,14,etc). O amor de Cristo Jesus está dentro dos nossos corações, tendo sido derramado pelo Espírito Santo que atua como força vital divina que funde todos os carismas, é invariável e permanente. Seguindo o amor, está a palavra “alegria” (chará). É a alegria fundamentada num relacionamento consistente com Deus. Pode-se falar dela como uma alegria absoluta (2 Co 13.11; Fp 2.18; 4.4; 1 Ts 5.16), e também qualificá-la, baseada neste último fundamento, como alegria “no Senhor” (2 Pe 3.1; 4.4,10). A próxima palavra é “paz” (eirene). Várias vezes Paulo usa a expressão “Deus de paz, que indica o tipo de paz profunda por ele. Esta paz é muito consigo a serenidade mental, contrastando-se vivamente com as caóticas “obras da carne”. Em si mesmo, o Espírito está encaminhando para a paz, ordenada, que veio para judeus e gentios em Cristo Jesus. [...]Sendo parte do Fruto do Espírito a paz deve ser buscada. A palavra traduzida por “paciência e amabilidade” (makrothumia), significa longanimidade, paciência para suportar as injúrias de outras pessoas. É uma característica de Deus e de Cristo atuar com amabilidade. É uma propriedade essencial do amor. A palavra “bondade” (chrestótes) tem seu uso comumm tanto no grego bíblico, quanto no eclesiástico. [...] Em Paulo, significa benignidade, gentileza. Refere-se a uma disposição gentil e bondosa para com os outros, é característica de “ser bom”. A palavra traduzida por “fidelidade” (pístis), na maioria dos casos em que ocorre no Novo Testamento significa a fé que é confiança, entrega e obediência totais no que diz respeito a Cristo. [...] Traz o sentido de fidelidade a padrões da verdade ou no sentido de fidedignidade no trato com outras pessoas.

V. 23- Mansidão e domínio próprio.

“Mansidão” (prautes) é doçura, conduta suave, atitude pacífica com o próximo. Contém um sentido de brandura que é visto como disposição de submeter-se à vontade de Deus. É uma característica especial dos cristãos enquanto pessoas espirituais. Este fruto deve ser usado sempre que aparece a ira. A outra palavra é “domínio próprio” (egkrateia), significa autocontrole, a característica de ter domínio sobre seus próprios apetites. [...] Ela não significa somente capacidade de controle, mas de uma forma mais ampla: o autodomínio e disciplina sexual. Texto extraído da obra: Comentário de Gálatas. CPAD, 2009.

Lição 04 - Mas eu nasci assim *-* Conteúdo adicional para as aulas de Adolescentes

Mas eu nasci assim
Texto bíblico: Gn 25.19-34; Gl 5.16-26

Personalidade é conjunto de atributos e qualidades físicas, intelectuais e morais que caracterizam o indivíduo. Os principais elementos formadores da personalidade são a hereditariedade e o meio ambiente. Hereditariedade são os fatores herdados, isto é, a natureza humana transmitida pelos pais. Esses fatores hereditários nascem com o indivíduo e afetam e agem no mesmo através:

· Do sistema nervoso;
· Do sistema endócrino (as glândulas de secreção interna);
· Dos demais órgãos internos.

Esses fatores influem no psiquismo da pessoa, determinando o seu biótipo, isto é, sua constituição física, seu temperamento e influindo no, seu caráter. Eles passam de geração a geração e afetam o aprendizado de várias maneiras.

A. Componentes da Personalidade

1. Biótipo ou constituição. É o aspecto físico-morfológico do indivíduo.
2. Temperamento. É o aspecto fisiológico-endócrino do indivíduo. Noutras palavras, é a característica dinâmica da personalidade. Fazem parte dele os impulsos ou instintos, que sãos as força motrizes da personalidade. Os instintos são congênitos; implantados na criatura para capacitá-la a fazer instintivamente o que for necessário, independente de reflexão e para manter e preservar a vida natural. “Se no início de sua vida, o bebê não tivesse certos instintos, não poderia sobreviver, mesmo com o melhor cuidado paterno médico”. Dr. Leander Keyser.

Esses instintos saíram perfeitos das mãos do Criador, mas o pecado que veio pela queda os perverteu e os transtornou. Os afetos agem sobre o temperamento. É do temperamento que depende a maneira de reagirmos face aos fatos e circunstâncias da vida e ambientes.

3.Caráter. É o aspecto subjetivo da personalidade. O caráter é a característica responsável pela ação, reação e expressão da personalidade. É a maneira própria de cada pessoa agir e expressar-se. Tem a ver com a vontade própria e conduta. É a “marca” da pessoa subjetivamente.
4. O “eu”. É a pessoa consciente de si mesma. É o aspecto espiritual da personalidade. É ele o centro de gravitação, estrutura e equilíbrio de toda a vida psicológica.

Dos mais importantes aspectos ou componentes da personalidade são o caráter e o temperamento, os quais passamos a destacar.

Caráter
· É um componente da personalidade.
· É adquirido, não herdado.
· Resulta da adaptação progressiva do temperamento às condições do meio ambiente: o lar, a escola, a igreja, a comunidade, e o estado sócio-econômico.
· Pode ser mudado, mas ... não é fácil!
· Jesus pode mudar milagrosamente o caráter (2 Co 5.17) e continuar mudando-o, à medida que nos rendemos a Ele ( Rm 12.2; Fp 1.6). Jesus pode salvar (Hb 7.25), e esta salvação abrange espírito, alma e corpo (1 Ts 5.23).

Temperamento
· É um estado orgânico neuropsíquico.
· É inato, e capaz de desenvolver-se.
· É influenciado pelo sistema nervoso, glândulas de secreção interna, hereditariedade, constituição física.
· Pode ser controlado. O Espírito Santo pode e quer controlar o temperamento do crente (Rm 8.6,13; Gl 5.22).
· Não pode ser mudado.
Texto extraído do livro: Manual da Escola Dominical, pp. 222-224. CPAD

Lição 04 - Melhor do que o Ouro *-* Conteúdo adicional para as aulas de Pré-Adolescentes

Melhor do que o Ouro
Texto Bíblico: 1 Reis 3.5,7,9-13

Muitos vão para escola, passam anos estudando e adquirem muito conhecimento, mas não têm sabedoria. A sabedoria não se adquire numa sala de aula ou numa biblioteca. Ela se encontra em Deus. Ele é a fonte da sabedoria. “É o Senhor quem dá sabedoria; a sabedoria e o entendimento vêm dele” (Pv 2.6). A sabedoria é uma capacidade especial dada por Deus que nos faz discernir entre o certo e o errado. Quem deseja encontra-lá precisa pedir a Deus em oração. “Mas, se alguém tem falta de sabedoria, peça a Deus, e ele a dará porque é generoso e dá com bondade a todos” (Tg 1.5). A sabedoria é um tesouro precioso que precisa ser bem guardado. Quem a abandona fica desprotegido, mas quem não se afasta dela é recompensado. Ela precisa ser utilizada diariamente Texto adaptado da Revista de Mestre/ Adolescentes 5