27 de abr de 2010

** Regras Práticas para os Professores **


Regras Práticas para os Professores 

Para a criança do jardim, a oração será o que ela vive em termos de oração. Se ela experimentou momentos de oração (antes das refeições, ao se deitar para dormir, antes de sair) em casa ou na Escola Dominical, estes atos de oração comportam o significado desta palavra para ela. Pouco a pouco, podemos estender a ideia da oração para novas experiências, ensinando-as a orar em outras situações. Se Alex fez alguma coisa contra Jorge, podemos orar com ele, dizendo: “Obrigado, Senhor, pelo meu amigo André”. Podemos também ensiná-las a orar quando estiver com medo, doente ou feliz. Através de suas experiências de oração, a criança entenderá que orar é conversar com Deus. Aprenderá a agradecer ou pedir algo a Ele; a dizer a Deus que o ama e que Ele é bom. Tudo aquilo que pode dizer aos seus pais, ela poderá dizer a Deus, pois o verá paternalmente. 


Extraído do livro: Como Ensinar Crianças do Jardim de Infância, CPAD

Regras Práticas para os Professores


Como Deus projetou a criança?

O ministério com crianças demanda um entendimento das necessidades por faixa etária. Precisamos considerar as necessidades das crianças quando ensinamos a Palavra de Deus.  

Uma criança precisa de amor


• Seja agradável. Chame a criança pelo nome;
• Toque, abrace, afague para transmitir amor;
• Ouça quando a criança falar;
• Fique ao nível dos olhos das crianças;
• Com frequência faça elogios ou dê  incentivos especificamente;

Uma criança precisa se sentir segura


• Seja positivo;
• Seja coerente na disciplina;
• Empregue atividades conhecidas pelas crianças;
• Direcione a conversa ao constante cuidado de Deus;

Uma criança precisa se sentir aceita


• Permita que as crianças escolham as atividades;
• Aceite as crianças mesmo que elas tenham sentimentos negativos;
• Aceite a criança mesmo que você não consiga aceitar o comportamento dela;
• Direcione a conversa ao amor de Deus pela criança;

Uma criança precisa de disciplina (autocontrole)

Seja realista e coerente nas expectativas em classe ou no lar.

• Elogie e incentive com coerência e especificidade.

• Seja o modelo do comportamento que você espera de suas crianças.

• Permita que as crianças experimentem as consequências lógicas do mau comportamento (as consequências devem estar de acordo com o mau comportamento.

Uma criança precisa de independência

• Disponha várias atividades de aprendizagem à escolha.
• Coloque todos os materiais e equipamentos no nível do alcance delas.
• Não faça o que a criança pode fazer.
• Faça perguntas, direcione a conversa para ajudar a criança a fazer as coisas sozinhas.

Uma criança precisa do reconhecimento do seu valor


• Fale com a criança diretamente, à altura do olhar dela.
• Não dê apelidos a criança.
• Seja educado com cada criança (‘por favor’; ‘obrigado’).
• Lide com um problema de mau comportamento em particular, e nunca na frente do grupo inteiro. 
• Estimule as relações adequadas entre professor e aluno para garantir o passa tempo com cada criança. 

Ao satisfazer essas necessidades, os professores e pais não apenas falam sobre a Palavra de Deus, mas também servem de modelo do que ela diz, e ser exemplo é método muito importante para ensinar às crianças a verdade de Deus. 

Extraído e adaptado do livro: Manual de Ensino para o Educador Cristão, CPAD

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Meios para avaliação

Os principais métodos para avaliação dos resultados do ensino, são:

Reconhecimento de dados pessoais –
O professor deve procurar obter informações sobre os seus alunos. Esses dados devem ser anotados numa ficha. Isto deverá ser feito pela primeira vez tão logo o aluno se matricule na classe. Periodicamente o professor poderá repetir a avaliação. Saberá então se houve mudança no comportamento do aluno. Deve-se cuidar para que os itens da ficha sejam objetivos, o que permitirá uma avaliação imparcial. 

Observação –
Esta é a melhor avaliação. É a que foi usada frequentemente por Cristo. O professor observa a conduta do aluno. Essas observações devem ser feitas sem que o aluno perceba. Se o aluno notar que está observado, provavelmente mudará sua atitude e comportamento. O professor não poderá estar continuamente com o aluno, por isso ele pode provocar situações para observá-lo. 

Entrevistas –
Ao entrevistar o aluno, o professor deverá agir como se tratasse de uma conversa comum. 

Extraído de: Mensageiros da Fé, número 2. Rio de Janeiro, CPAD

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Se você quiser ter êxito no ensino, deve estudar não só a lição, mas também o aluno.

Os alunos são diferentes. Essa diferença é dupla. São diferentes dentro do próprio grupo de idade. As características gerais do aluno variam conforme seu desenvolvimento físico, mental, social e espiritual. Daí, cada idade requer tratamento diferente. Jesus como criança crescia nesses quatro aspectos. Segundo Lucas 2.52, Ele crescia:

 -“Em estatura” (crescimento físico).
 
-“Em sabedoria” (crescimento mental).
 -“Em graça diante dos homens” (crescimento social).
 -“Em graça diante de Deus” (crescimento espiritual).
Como dissemos, há diferenças entre alunos de uma mesma idade. Não há dois alunos exatamente iguais.

O professor conhecendo o aluno isoladamente e no grupo, planejará e aplicará o ensino adequadamente: aulas, testes, trabalhos, atividades, etc.

O professor pode estudar o aluno.
-Observando-o.
-Visitando-o, para conhecer a atmosfera em que vive.
-Pesquisando em obras especializadas, ou cursando Psicologia da Criança.

 Extraído do livro: Manual da Escola Dominical, CPAD

Regras Práticas para os Professores


Regras Práticas para os Professores

Ao planejar a aprendizagem o professor deve:
1. Manter-se atualizado e em sintonia com as tendências didático-pedagógicas;
2. Estabelecer objetivos realistas e precisos;
3. Correlacionar conteúdos às necessidades e à realidade;
4. Organizar sequencialmente os conteúdos;
5. Propor ações coerentes aos objetivos e aos conteúdos;
6. Determinar recursos adequados às atividades propostas;
7. Definir estratégias de avaliação;
8. Registrar esquematicamente sua proposta educativa, abrindo espaço para ajustes.
Extraído do livro: Abordagens e Práticas da Pedagogia Cristã, CPAD

** Regras Práticas para os Professores **

Regras Práticas para os Professores

“Muitas aulas da Escola Dominical começam com atividades destinadas a atrair a atenção dos alunos. A primeira parte da aula deve fazer mais que exclusivamente prender a atenção de todos. Não pode ser somente algo lúdico para se fazer antes de a verdadeira aula ter início. Frequentemente, as aulas dominicais começam com hinos divertidos ou atividades artísticas. Raramente a aula começa a partir de uma preocupação real dos alunos. As atividades iniciais são muitas vezes uma perda de tempo, pois apenas mantém os alunos entretidos até que todos estejam em sala de aula. Examine as aulas que dará esse trimestre. Quais efetivamente começam com as necessidades sentidas pelos próprios alunos?  Se foram concebidas apenas para captar a atenção, como você poderia modificá-las para melhor relacionarem a verdade das Escrituras à vida dos alunos? Lembre-se: a revista do professor, que você usa como roteiro para a aula, não foi inspirada por Deus. É sua obrigação fazer uma lição sobe medida para seus alunos”. 
Extraído do livro: Educação que é Cristã, CPAD

** Regras Práticas para os Professores **


Regras Práticas para os Professores

“Um autêntico educador, ao contrário de certos professores que sentem “donos do saber”, são humildes e estão sempre com disposição para aprender. Ele não se esquece que o homem é um ser educável e nunca se cansa de adquirir novos conhecimentos. Aprendemos com os livros, com nossos alunos, com as crianças, com os idosos, com os iletrados, enfim, aprendemos enquanto ensinamos. Não há melhor maneira aprender do que tentar ensinar outra pessoa. O professor-educador deve estar atento a qualquer oportunidade de aprender. Quando não souber uma resposta, é melhor ser honesto e dizer que não sabe. A ausência do orgulho diante da realidade de “não saber”, facilita e promove a aprendizagem”.
TULER. Marcos. Muito ma
is que um professor. Revista Ensinador Cristão, ano 4, nº 13 -  2003. Janeiro: CPAD.

☆☆ Lição 04 - Chorando aos Pés do Senhor ☆☆ Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas Jovens e Adultos ☆☆

Chorando aos Pés do Senhor
Leitura Bíblica em Classe: Jeremias 9.1-3,5-9

Introdução
I. O lamento de Jeremias
II. O lamento de Samuel
III. O lamento de Oséias
IV. O lamento de Paulo
Conclusão


John Kenox: o homem que chorou por sua nação 

Professor, lamentar, chorar e se entristecer com a real situação de miséria da sociedade hodierna é o desabrochar da verdadeira espiritualidade. John Knox foi um baluarte da Reforma na Escócia porque não se conformou à degradação da sociedade de sua época. O subsídio de hoje tem o objetivo de traçar a vida deste servo de Deus e achar nele a relação com o profeta Jeremias: ambos lamentaram profundamente o estado de miséria de seus países.


A Vida de John Knox[1]

Na Escócia, um herói reformista teve a mesma envergadura e o mesmo poder que Calvino teve em Genebra. Seu nome era Jonh Knox (1513 – 1572). Sabe-se pouco do início de sua vida, a não ser que foi criado em Haddington e frequentou a Universidade de Saint Andrews. Ele abraçou o ponto de vista da Reforma por causa da influência de um amigo muito próximo, Gerge Wishart. O arcebispo Beaton prendeu Wishart por causa de suas posições e não permitiu que John Knox intercedesse a favor dele. No dia em que queimaram George Wishart na estaca, em Saint Andrews, John entrou no movimento reformista. A população preparava-se para uma revolução, pois havia grande fomentação intelectual, como também raiva por causa dos muitos abusos cometidos pelo clero. O povo escocês queria uma fé simples e pura. Knox tornou-se um líder natural. Entretanto, sua jornada para tornar-se líder levou-o a uma rota de dificuldade e sofrimento. Depois de capturado em Saint Andrews, ele serviu por dezenove meses como escravo. Depois de sua libertação, tornou-se capelão real. Mas a vida não ficaria mais fácil para ele. Em 1533, teve de esconder-se quando a patrona católica, rainha Maria, subiu ao trono da Inglaterra. John Knox refugiou-se em Genebra, onde se tornou discípulo de João Calvino, tanto na teologia como na forma de governar a igreja. Em 1555, ele retornou para a Escócia, pastoreou uma congregação e casou-se com Marjorie Bowes. [...] Knox permaneceu firme, com coragem e constância, contra os líderes políticos que tentavam esmagar sua visão teológica. Como escritor observou: “Seu destemor e sua bem-sucedida oposição ao regente e à rainha distinguem-no como verdadeiro patriota. Contudo, o próprio homem foi a chave para suas grandes conquistas – incansável, sincero, simples, prático... sem esquecer o humor e a ternura”. A gravação na lápide de Knox reflete fielmente sua personalidade modesta e simples: uma pedra de pavimentação gravada apenas com as iniciais, em letras pequenas, que repousa na estrada de High Street, em Edimburgo. A sepultura modesta não nos impede de reconhecer que Knox foi um dos homens mais influentes de toda a Escócia. Os escoceses, agradecidos pela disposição dele em resistir com dedicação a uma das épocas mais turbulentas, também devem agradecer a Deus pelo fato de a igreja desse país estar viva e bem. Professor, coragem, personalidade e temor só a Deus, foram as características de John Kenox (similares as do profeta Jeremias). Knox não exitou em conclamar o povo, a chorar e rogar a Deus uma intervenção numa nação onde a imoralidade, a falta de sobriedade (embriaguez), o tráfico de coisas sagradas, a ganância por dinheiro e o desprezo pelo povo caracterizavam a sociedade e os líderes da Igreja Romana da época. Knox influenciou de sobremaneira a sociedade, deixando-nos o exemplo de não conformação com a situação atual. Devemos atender esse chamado para angústia, devemos chorar e prantear aos pés do Senhor (Zc 12.10). Quando choramos com sinceridade, Deus promete consolo e anuncia tão grande livramento (Zc 13.1). Caro, professor trabalhe esses princípios com os seus alunos e encoraje-os a clamar e prantear diante do Senhor. Deus demonstra em sua Santa Palavra que sempre que o seu povo se quebrantava, Ele removia os “cativeiros”, seja qual fosse a esfera da afronta. O Eterno é o mesmo, Ele não muda! Amém!

                                     “Dá-me a Escócia, senão morrerei.”

                           
                            (John Kenox)

           “O que faremos nós diante da gravíssima situação em que vive nosso país?”
                                               (Claudionor de Andrade)

[1] Texto Extraído da Obra de James L. Garlow Deus e o seu Povo, a História da Igreja como Reino de Deus. 1ª ed. Rio de Janeiro, CPAD, 2007, p. 145, 6.

☆☆ Lição 04 - Eu & a terceira idade ☆☆ Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis ☆☆

Eu & a terceira idade
Texto Bíblico: 1 Timóteo 1.17-19;4.12-16

A atitude de trabalhar para Deus não está limitada somente aos jovens ou aos adolescentes. Os idosos também podem produzir muitos frutos espirituais ao transmitir suas experiências aos mais jovens. O convívio com os idosos da igreja pode fazer brotar bons frutos na vida do jovem Cristão. Este relacionamento tem muito a contribuir para ambos, devido à junção da sabedoria dos idosos e a força dos jovens. Sabendo disso, Satanás tem construído muralhas entre os jovens e os idosos, até mesmo na Igreja do Senhor. Os cultos da juventude são separados dos idosos e vice-versa. Professor, não permita que “o choque de gerações” crie um abismo entre os seus alunos e os anciãos da Casa de Deus. Faça a sua parte, ajustando e estreitando o vigor e a experiência advindos da comunhão entre jovens e velhos. Texto adaptado da: revista Pré-Adolescente 7, CPAD

Boa ideia!
O fato de existirem pessoas de várias idades que ainda não conhecerem a Jesus favorece o evangelismo, pois os jovens podem testemunhar não só para os da sua idade. Professor promova uma visita a um asilo de não-crentes. Os jovens podem preparar uma apresentação para os idosos (peça ou louvor).

☆☆ Lição 04 - Vamos conversar sobre missões ☆☆ Conteúdo adicional para as aulas de Adolescentes ☆☆

Vamos conversar sobre missões
Texto bíblico: Atos 2.37-43,47b

Quando o povo ouviu a mensagem de Pedro, eles compungiram-se em seu coração. As palavras de Pedro eram: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado. A palavra grega para “arrepender” significa “modificar o seu pensamento” mudar sua atitude em relação a Deus, ao pecado, ao mundo, a si mesmo. Aqui, ela significa que o povo deveria mudar a sua atitude com relação a Jesus. Ao invés de rejeitá-lo, deveriam aceitá-lo como “Senhor e Cristo”, ou seja, o Seu Messias. Como testemunho público disso, eles deveriam ser batizados em nome de Jesus. Cada um de vós seja batizado significa, literalmente, “Que cada um de vós seja batizado”. Esta deveria se a etapa seguinte ao arrependimento, como no ministério de João Batista (Mc 1.4). Mas aqui o batismo deveria ser em nome de Jesus Cristo – um batismo cristão inconfundível. Isto deveria acontecer para perdão dos pecados. A promessa não era apenas para os judeus de Jerusalém, e para os seus descendentes, mas também a todos os que estão longe, ou seja, os gentios, definidos também como tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar. Pedro testificava e exortava o povo para que salvasse daquela geração perversa. Os resultados foram espantosos. Quase três mil almas somaram-se ao relativamente pequeno grupo de crentes que tinham sido cheios com o Espírito naquele mesmo dia. Estes novos convertidos perseveraram na doutrina dos apóstolos, e na comunhão. Professor converse com os alunos acerca da pregação do Evangelho a toda criatura. Explique que Cristo não veio apenas para um grupo específico. Os apóstolos eram de origem judaica, mas falaram do nome de Jesus aos que não pertenciam ao povo Judeu. Nós como servos de Deus devemos pregar o Evangelho até os confins da terra.
Bibliografia:Comentário Bíblico Beacon, vl 7. CPAD.

☆☆ Lição 04 - A história de um semeador ☆☆ Conteúdo adicional para as aulas de Pré-Adolescentes ☆☆

A história de um semeador
Texto Bíblico: Mateus 13.3-8

O pré-adolescente caminha em direção a uma maior autonomia na vida espiritual, portanto, nesse momento é crucial ajudá-los a escolherem se submeter à autoridade de Deus. É essencial que os pré-adolescentes, aprendam o que a Bíblia diz sobre a forma como devem viver que escolhas precisam fazer e o que Deus espera deles. Os pré-adolescentes têm um aguçado senso de lealdade, gostam de competir, gostam de jogos e de passatempos em equipe, têm boas lembranças e são colecionadoras. Eles pensam com lógica e raciocinam a respeitos das experiências que tiveram. Conseguem lidar com abstrações. Sofrem mudanças rápidas no crescimento e no desenvolvimento. Eles apresentam um aumento marcante na coordenação física e progressivo período de tempo de atenção. Esse é o momento de explorar suas habilidades e talentos, e de ver onde se ajustam. Professor, um lugar onde todos se ajustam é na Seara do Mestre. Os seus alunos devem ter a certeza de que eles são semeadores da Palavra de Deus. Incentive o evangelismo pessoal, ensine-os a ganharem almas para o Reino de Deus.
Texto adaptado do livro: Ensine Sobre Deus Ás Crianças, CPAD

☆☆ Lição 04 - Herói busca a vontade de Deus? ☆☆ Conteúdo adicional para as aulas de Juniores ☆☆

Herói busca a vontade de Deus?
Texto Bíblico: 1Crônicas 14.8-17

Um dos pontos fortes de Davi era sua convicção de que a ajuda e a direção de Deus eram absolutamente essenciais para o sucesso da batalha. Por isso, sua prática regular era consultar ao Senhor. No capítulo 14 de 1Crônicas, Davi torna a consultar o Senhor, para saber a sua vontade em relação a batalha contra os Filisteus. Davi seguiu as ordens de Deus e foi mais uma vez vencedor. O exemplo de Davi nos mostra que não teremos sucesso na vida, se não buscarmos em todo tempo a vontade de Deus, sua direção e ajuda. Invocar a Deus, pedindo sua graça e presença, é uma necessidade contínua em nossa vida. Para cumprirmos o propósito de Deus para nossa vida também devemos buscar a direção de Deus, por meio da oração e do Espírito Santo que em nós habita.Texto adaptado da: Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD

Professor, não deixe de ler todo o texto bíblico, pois você encontrará uma belíssima manifestação de Deus.

☆☆ Lição 04 - Jesus, o amigo dos doentes ☆☆ Conteúdo adicional para as aulas de Primários ☆☆

Jesus, o amigo dos doentes
Texto Bíblico: Lucas 17.11-19

De acordo com os especialistas a faixa etária (7 e 8 anos) é a “idade da razão”. As crianças começam a pensar por si mesmas. Desejam querem saber o “por quê” e o “como” das coisas, e também querem explorar as opções. É importante explicar as coisas para elas em preparação para o próximo estágio, quando começarão a tomar as próprias decisões. Se você não souber a resposta para as perguntas que fizerem, pesquisem juntos. Ensine-lhes como encontrar respostas e mostre que você sempre pode aprender e crescer. Não diga apenas: “Não sei”, ou “Porque sim”. Nesse estágio, as crianças precisam de fundamentos sólidos para sua fé. Essas crianças precisam ser levadas a sério. Esse é o momento perfeito para ensinar-lhes que a Bíblia é a Palavra de Deus, o nosso manual de vida fornecido pelo Criador. Elas precisam ter a certeza de que Jesus é Deus e de que Ele cuida delas e se importa com elas. Ensine às crianças sobre a necessidade de serem gratos a Deus por tudo o que elas têm. Texto adaptado do livro: Ensine Sobre Deus Às Crianças, pp 94-95,CPAD

Boa ideia!

Material: Cartolina vermelha e cola colorida com glitter.

Procedimento: Desenhe e recorte um coração para cada criança. Entregue os corações as crianças e peça para elas escreverem palavras de agradecimentos ao Senhor Jesus. Depois, peça que enfeitem o coração com a cola colorida com glitter

☆☆ Lição 04 - Um Templo para adorar a Deus ☆☆ Conteúdo adicional para as aulas de Jardim da Infância ☆☆

☆☆ Lição 04 - Jesus dá água da vida ☆☆ Conteúdo adicional para as aulas de Maternal ☆☆

Jesus dá água da vida
Texto Bíblico: João 4.1-30

I - De professor para professor

Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que Jesus é a água da vida.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.

• A palavra-chave da aula de hoje é “ÁGUA”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Jesus é a água da vida”.


II - Para refletir


• “O que Jesus quis dizer com ‘água viva’? No Antigo Testamento, muitos textos comparam a sede de Deus à sede de águas (Sl 42.1; Is 55.1; Jr 2.13). Deus é conhecido como a Fonte da vida (Sl 36.9) e a Fonte de água viva (Jr 17.13). Ao dizer que poderia dar a água viva que sacia para sempre a sede de uma pessoa em relação a Deus, Jesus afirmou ser o Messias. Somente Ele é capaz de satisfazer o desejo da alma de alguém”
Extraído da: Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD

• Professor, “a criança do maternal, em especial a de três anos, começa a ter consciência de si como indivíduo, ao mesmo tempo em que percebe fazer parte de um grupo. Isto a faz alternar atitudes de egoísmo e de cooperação, de independência, tanto dentro de casa como na classe de Escola Dominical” (Marta Doreto). 

 
III - Atividade Manual

Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre, página 65.

Caso sobre algum tempo para mais uma atividade, sugira que as crianças encenem a história bíblica. 

Lição 03 - Anunciando ousadamente a Palavra de Deus ☆ Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas Jovens e Adultos

Anunciando ousadamente a Palavra de Deus

Leitura Bíblica em Classe: Jeremias 7.1-11


Introdução
I. Jeremias é chamado a pregar na porta do templo
II. A mensagem de Jeremias
III. Jeremias combate a teologia do templo
IV. A lição de Siló
Conclusão

A Ortopraxia do Culto e da Adoração

Prezado professor, a lição de hoje procura retratar o perigo de a nossa vida espiritual tornar-se uma mera observação ritualística, desprovida do sentimento verdadeiro que permita indignar-se com as injustiças ao nosso redor e a falta de ética com a vida humana. O subsídio desta lição aborda o conceito de Culto, o seu desdobramento na Adoração e o significado da adoração atrelado a Ortopraxia (uma prática certa) do cristão.


O culto

O termo culto é derivado do latim cultus, que significa veneração, tributação voluntária de louvores e honra ao Criador. A liturgia ou ritual praticado no templo não é propriamente o culto. Porém, sua característica está na piedade, sentimento e amor a Deus, onde é possível denotar a verdadeira predisposição espiritual na adoração. O que ocorrera com os judeus na época de Jeremias, foi que o sistema do culto era observado como um ritual frio que deveria ser praticado sem compromisso algum do caráter pessoal. Em Provérbios 7. 14,15 o rei Salomão denota com destreza a mecanicidade pragmática do culto no Israel monárquico, onde uma mulher apresenta sacrifícios pacíficos (um elemento de culto) e em seguida acha-se livre para cometer a mais sórdida infidelidade: o adultério. O culto desprovido da vida sincera com Deus torna-se corrupto!


O desdobramento do culto na adoração

O termo adoração versa do latim adorationem, que significa orar para alguém. É a veneração elevada que se presta a Deus, reconhecendo sua soberania em todas as esferas da vida. Por isso a vida de adoração não está limitada a área geográfica, mas ao verdadeiro estilo de vida que a representa. O Senhor Jesus disse “que o Pai busca adoradores que o adorem em Espírito e em Verdade” [1].  O ensino do Senhor ainda destaca “amar o Pai de todo o coração, alma e pensamento” [2] como características fundamentais da perfeita adoração. O Pastor Claudionor de Andrade (autor da lição desse trimestre) conceitua o termo adoração: “Adoração não é contemplação; é, acima de tudo, serviço que se presta ao Reino de Deus”. Essas exposições afirmam que a prática da adoração está longe de uma observação estática de elementos que não constituem vida e sentimento para com Deus, mas requer a manifestação verdadeira da adoração autêntica que represente a verdade na vida dos que propõe a intimidade de amar a Deus acima de todas as coisas. A adoração não é episódica, mas permanente, intensa e profunda.


Adoração e a Ortopraxia

O profeta Jeremias denunciava que o culto não denotava a relação essencial do povo com Deus. Enquanto em muitas religiões basta você repetir algumas fórmulas em palavras para se tornar um membro dela (como no islamismo), para Deus isso não é o suficiente. Alguns profetas denunciaram o que Deus sentia ao ver homens declarando superficialmente com seus lábios o amor a Deus, mas com o seu coração longe e insensível à sua voz. Vejamos alguns textos: “Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim e, com a boca e com os lábios, me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído;[3]; “Eis que para contendas e debates, jejuais e para dardes punhadas impiamente; não jejueis como hoje, para fazer ouvir a vossa voz no alto [4];Não vos fieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este. Mas deveras melhorardes os vossos caminhos e as vossas obras... se não [mas] oprimirdes o estrangeiro, e o orfão, e a viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem andardes após outros deuses para o vosso próprio mal[5]; “... Quando jejuardes e pranteaste, no quinto e no sétimo mês, durante estes setentas anos, jejuastes vós para mim, mesmo para mim?... Executai juízo verdadeiro, mostrai piedade e misericórdia cada um a seu irmão; e não oprimais a viúva, nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre, nem intente o mal cada um contra o seu irmão, no seu coração[6]. Essas profecias trouxeram a tona a hipocrisia do povo e da elite (nobres e sacerdotes), deixando claro que não pode haver dualidade na adoração. Ela não é desassociada da prática na vida comum. O Eterno deixou claro que a proposta do homem em cultuá-lo (jejuns, orações, Cânticos, etc.) deve ser embasada numa relação íntima com Deus e com o próximo. O novo mandamento de Jesus se dá na vertical (amar a Deus) e na horizontal (amar o próximo) das relações. Professor! Mostre aos alunos que Deus rejeitou o culto dos judeus porque ele não representava a verdade das suas ações. Pode o homem ofertar a Deus e ao mesmo tempo ser iracundo com o seu próximo?[7] A fé desse homem pode ser sustentada enquanto a injustiça contra o próximo é explícita?[8]  É possível uma fé desprovida de ação?[9] Portanto, prezado professor, use a lição de hoje para despertar essa reflexão. Exorte os seus alunos a pensarem e viverem uma fé autêntica e relevante. Deus está em busca de verdadeiros adoradores! Adoradores que o adorem com a vida. Amém!


Reflexão:
“Mas o propósito maior da relevância dos crentes, como sal da terra e luz do mundo, é glorificar a Deus. Foi o que Jesus disse: Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso pai, que está nos céus. Deus é o fim de todas as ações cristãs desencadeadas pelos seus servos. Quando feridos são restaurados em razão do trabalho de cada um, Deus é exaltado em sua glória, pois trata-se do resgate de sua imagem em vidas antes corrompidas pelo pecado. Não só esta ação o glorifica, mas os que são tocados por ela transformam-se em verdadeiros adoradores do Altíssimo.” (COUTO, Geremias do. Transparência da Vida Cristã. Rio de Janeiro. CPAD, 2001, p.56.)

Referência Bibliográfica

ANDRADE, Claudionor de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro, CPAD, 2008. CHAMPLIN, R. N. O Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo. Rio de Janeiro. 2ª ed. Vol. 5. CPAD/HAGNOS, 2001.
COUTO, Geremias do. Transparência da Vida Cristã. Rio de Janeiro. CPAD, 2001, p.41-56.


[1] João 4.23.
[2]
Mateus 22.37,38.
[3]
Isaías 29.13.
[4]
Isaías 58.4.  
[5]
Jeremias 7.4-6. 
[6]
Zacarias 7. 5,9,10.
[7]
Mateus 5.23,24; cf Mateus 22.39,40.
[8]
1 João 2.9-11.
[9]
Tiago 2. 14-18.

[1]
MACARTHUR, JR., John. Ministério Pastoral, Alcançando a excelência no ministério cristão. Rio de Janeiro. 4ª ed. CPAD, 2004, p. 261-271.
[2]
Manual Pastor Pentecostal, Teologia e Práticas Pastorais. Rio de Janeiro. 3ª ed. CPAD, 2005, p. 82,84.

Lição 03 - Pais & Filhos ☆ Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis

Pais & Filhos
 Texto Bíblico: Filipenses 2. 5-8, 11

Prezado professor, nesta lição, o assunto tratado é de máxima importância para a família: o relacionamento entre Pais e Filhos. Os adolescentes têm em seu grupo de convívio o relacionamento mais voltado para os padrões de comportamento estabelecido pelo próprio grupo. Naturalmente esse padrão se choca com o nível de relacionamento estabelecido com os pais. O contexto contemporâneo (a predominância da mulher no mercado de trabalho, a maturidade precoce dos jovens, a carga horária mais longa no compromisso profissional, o ativismo na igreja) modificou, e muito, as bases de relações familiares. Com isso é muito comum observar relações estremecidas e malfadadas devido a essas circunstâncias externas que sobrepõem o núcleo da família. Professor, procure enfatizar o texto de Efésios 6.1-4, enfatizando as bênçãos que seguem os que honram os seus pais, bem como o que se espera dos pais em relação aos filhos. Mostre que o padrão bíblico para a relação é de mão dupla, nunca unilateral. Nos dias hodiernos, é fundamental exercitar uma reflexão da realidade dos fatos e demarcar o padrão escriturístico para a realidade das novas bases de relacionamentos construídas em nossa sociedade.

Uma reflexão prática para você

“Às vezes, temos a tendência raivosa de tomar satisfações por alguma coisa que nos atinge, mas nunca o resultado produz a paz, só a discórdia. Salomão, com certeza, experimentou algum tipo de experiência parecida, pois do alto de sua sabedoria, advertiu: Na multidão de palavras não falta transgressão, mais o que modera os seus lábios é prudente. Quando o nosso filho, ainda bem garoto, por volta dos dez anos, teve um desentendimento com um colega da mesma idade e chegaram às vias de fato, minha primeira reação e a de minha esposa foi a de procurar a mãe do menino para tomar satisfações. Mas a nossa reflexão foi mais forte do que a raiva do momento – egoísta, diga-se de passagem – e interrompemos o processo que estava em curso. Atualmente, os dois são jovens maduros, atuam na igreja, continuam amigos e participam do mesmo grupo musical. É bem provável que, se agíssemos daquela forma, alimentando a ofensa, os resultados, hoje, fossem outros. Outra consequência da não reparação da ofensa são as doenças psicossomáticas, que têm origem em mágoas não resolvidas, identificadas pelo autor de Hebreus como raiz de amargura. Não obstante os agentes externos, entre eles os vírus e bactérias, bem como predisposição genética, muitos médicos preferem acreditar que, no fundo, todas as doenças acabam entrando pela porta do desequilíbrio emocional, que debilita o sistema de defesa do organismo e o expõe à ação nociva dos agentes externos. A ira, por exemplo, é extremamente devastadora, como registrou Patrick Morley:

 
           A ira faz com que as glândulas supra-renais, a tireóide e a pituitária liberem toxinas na corrente sanguínea. Nossa ira (ou nosso medo) provoca ataques do coração, derrames, arteriosclerose, pressão alta, úlceras e outras doenças fatais.

No entanto, o que a medicina, hoje, admite como fato, apenas reafirma a autoridade da Bíblia até mesmo em questões relacionadas ao bem-estar físico.”
Extraído do livro: de
COUTO, Geremias do. Transparência da Vida Cristã. Rio de Janeiro. CPAD, 2001, p. 90.

Lição 03 - Vamos conversar sobre evangelismo ☆ Conteúdo adicional para as aulas de Adolescentes

Vamos conversar sobre evangelismo
Texto bíblico: Ezequiel 3.16-21

O profeta Ezequiel foi chamado para advertir aos indivíduos. Considere um homem ímpio. Se Ezequiel não o avisasse, e ele morresse, o homem sofreria as consequências da sua maldade – e Ezequiel seria culpado do seu sangue, de assassinato ou homicídio. Mas se Ezequiel avisasse o homem, o profeta não seria responsável, mesmo se esse homem continuasse obstinadamente no seu pecado. Livraste a tua alma (v.19) significa “salvou a sua vida”, “você está livre dessa culpa” ou “salvou a si mesmo”. Professor, explique aos alunos que somos responsáveis em evangelizar, falar contra o pecado e ensinar o Plano da Salvação aos homens.
Como Ezequiel, devemos avisar aos justos para se desviar da injustiça e não praticar a maldade. Porque se o homem justo se desviar e morrer em seu pecado, as suas justiças que praticara não virão em memória. Extraído do livro: Comentário Bíblico Beacon, p 439 CPAD

Boa ideia!

Material: Cartolina ou papel pardo, canetas hidrográficas, revistas e jornais antigos, cola e tesoura.
Professor, solicite aos alunos que criem cartazes com mensagens evangelísticas e cartazes com mensagens de advertência para os servos de Deus.
Os cartazes podem ser expostos para toda a igreja.

Lição 03 - A história do perdão ☆ Conteúdo adicional para as aulas de Pré-Adolescentes

A história do perdão
Texto Bíblico: Mateus 18.21-27

“Todos nós pecamos. Todos nós fazemos coisas erradas. Todos nós falhamos conosco e com aqueles a quem amamos. Todos nós falhamos com Deus, que nos criou com um propósito eterno e maravilhoso. Mas, apesar de tudo isso, Deus fez algo extraordinário, uma coisa indescritivelmente graciosa. Ele não apenas providenciou que alguém pagasse o preço pelos nossos pecados, nossos erros. Ele diz “basta pedir”  e seremos perdoados. Servimos a um Deus que se apressa em perdoar. Você pode pensar que é um caso perdido. Não apenas o seu passado parece imperdoável, mas também o futuro não parece muito promissor. Hoje mesmo, você se encontra fazendo escolhas terríveis. Parece estar preso em um círculo vicioso de viver e pensar errado. O Deus que se apressa em perdoar não desistiu de você, ainda que você tenha desistido de si mesmo. Ele deseja que todos – mesmo o pior dos piores – recebam a salvação por meio da sua graça e se conciliem com Ele (Thomas Watson. Graça Diária. p-301).

Material: Uma garrafa pet (transparente) com água, iodo e cloro.
Professor, converse com os alunos acerca dos pecados. Lembre que todos nós cometemos erros. Com a ajuda dos alunos, listem alguns pecados. A cada pecado citado, derrame uma gota de iodo na água. Depois explique aos alunos, que todos esses “pecados” são perdoados pelo Senhor Jesus. Nesse instante derrame o cloro na garrafa com água e iodo (A água voltará a ficar clara novamente). Todos nós ficamos felizes porque os nossos pecados foram perdoados. Mas, se alguém faz algo de que não gostamos, ficamos zangados e não conseguimos perdoar a falha do amigo. Devemos perdoar as pessoas da mesma maneira que Jesus nos perdoou.

Lição 03 - Abigail, uma heroína intercessora ☆ Conteúdo adicional para as aulas de Juniores

Abigail, uma heroína intercessora
 Texto Bíblico: 1 Samuel 25.14-35

Com o intuito de auxiliá-lo no conhecimento de seus alunos, estamos apresentando um quadro contendo as características dos alunos desta faixa etária.



Extraído do livro: Manual de Ensino para o Educador Cristão, p128-130.

Deus o abençoe!

Lição 03 - Jesus, o amigo dos sedentos ☆ Conteúdo adicional para as aulas de Primários.

Jesus, o amigo dos sedentos
 Texto Bíblico: João 4.1-30,39-42

Com o intuito de auxiliá-lo no conhecimento de seus alunos, estamos apresentando um quadro contendo as características dos alunos desta faixa etária.



Extraído do livro: Manual de Ensino para o Educador Cristão, p125-127.


Deus o abençoe!

Lição 03 - A porta da Casa de Deus ☆ Conteúdo adicional para as aulas de Jardim da Infância

A porta da Casa de Deus
 Texto Bíblico: Êxodo 27.9-16; 38.9-19

I - De professor para professor
Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que Jesus Cristo, o Filho de Deus é a única porta da salvação.

• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.
• A palavra-chave da aula de hoje é “PORTA”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Jesus é a única porta da salvação.”


II - Para refletir

Separação e comunhão
• “O Tabernáculo estava separado da congregação por uma cerca construída de 60 colunas de bronze, sobre as quais se apoiavam um cortinado de linho branco, de dois metros e meio de altura. Isso fala da separação entre Deus e o pecador (Êx 39.10-15,19,31:Is 59.2).
O número 6 e seus múltiplos, como no caso dessas colunas, associam-se ao número 7, que é o número de peças do Tabernáculo. Como o 6 relaciona-se com o homem e o 7 com Deus, temos no Tabernáculo a comunhão, ou o encontro do homem com a Divindade.
O número 6 aparece em muitos lugares do Tabernáculo, como nas duas fileiras de pães da proposição (de seis cada uma) e no número de braços do candelabro de ouro (três de cada lado da haste central; Jesus, como o tronco, sustenta as varas)” 
Extraído do livro: O Tabernáculo e a Igreja, CPAD
• Professor, quando chega aos seis anos, a criança já adquiri a consciência de seu eu. Ela é o centro do seu próprio universo, dá grande importância ao seu nome, e gosta de escrever seu nome em todas as coisas que faz. Interessasse por sua infância, por histórias acerca dela própria, por tudo o que lhe diz respeito. Até porque se imagina como tendo vivido sempre no passado, e devendo viver para sempre no futuro”
Extraído do livro: Amor e Disciplina para Criar Filhos Felizes, CPAD

III- Atividade
Professor, providencie papel ofício e giz de cera. Peça que as crianças desenhem e pintem a porta do Tabernáculo. Enquanto elas desenham, faça algumas perguntas relacionadas à lição. Por exemplo:
 
• Quais eram as cores da porta do pátio do Tabernáculo? (Azul, roxo e vermelho)
• Quem é a única porta que nos leva a Deus? (Jesus)
• “Você crê que Jesus, o Filho de Deus, pode salvar você do pecado e fazer você ficar pertinho de Deus?”

Professor, enquanto as crianças desenham, explique que Jesus é a porta para Deus. Quem recebe a Jesus como Salvador será salvo dos pecados e poderá ficar mais perto de Deus.