25 de jul de 2010

* O PAPEL DA IGREJA NA EDUCAÇÃO CRISTÃ *

A missão da igreja deve ser levada a cabo principalmente através do processo da educação cristã, porque devemos “ir e ensinar”. Portanto, a verdadeira natureza da educação cristã é obviamente missionária, pois devemos “ensinar todas as nações”. O conteúdo dessa missão, então, reside no próprio Cristo, pois “batizar as pessoas” indica a garantia da total submissão a Ele como Salvador e Senhor. Mas a missão não acaba aí. A frase “ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado” convoca a um processo vitalício de crescimento no discipulado e na ação cristã. É mais do que simplesmente “recrutar” essas pessoas! E como o apóstolo Paulo, todo discípulo encontra-se continuamente “prosseguindo para o alvo” (Fp 3:14). Se a igreja deve, então, ser tudo o que Cristo a chamou para ser, nós não podemos fugir do papel de ensinar. Esse papel não é unicamente satisfeito pela liderança da igreja, mas é a responsabilidade e o privilégio de cada membro dela. A igreja de Jesus Cristo é uma igreja que ensina!

Pr. Marcos Tuler

Lição 04 - Profecia e Misticismo *-* Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas de Jovens e Adultos

Profecia e Misticismo
Leitura Bíblica em Classe: Deuteronômio 13.1-5; 18.10-12

I. Avaliação da profecia
II. Práticas divinatórias
III. A necessidade da profecia bíblica
Conclusão

Prezado professor, na lição deste domingo o tema a ser tratado é “Profecia e Misticismo”. É um assunto bem atual que remonta o contexto de busca pela espiritualidade no Brasil. Porém, o que a mídia e outros setores de comunicação entendem por espiritualidade é uma rede de conceitos completamente frontal aos princípios estabelecidos pela Palavra de Deus. Gostaríamos de destacar alguns termos, os quais aparecem em Deuteronômio 18.10,11, que farão lembrar compreensão equivocada que a sociedade hodierna tem pelo termo espiritualidade. Os termos são:

· Adivinhador – É o que pratica adivinhação e feitiçaria.
· Agoureiro – Significa fazer agouros pela nuvem. Mas o seu sentido pode ser ampliado para “observar os tempos, praticar adivinhação, espiritismo, magia, bruxaria e encantamento.
· Feiticeiro – Fazer encantamento, adivinhação, presságio, feitiçaria, agouro.
· Encantador de encantamentos – Unir, dar um nó mágico. Manipulação de determinados “poderes sobrenaturais”.
· Consultor de espírito adivinhante – A expressão significa médium, espírito, espírito de mortos, necromante e mágico. A expressão “quem consulte os mortos” é literalmente usada para indicar a necromancia. O necromante é aquele que faz adivinhação por meio de consulta aos mortos, ou seja, é a prática mediúnica. A palavra grega para necromante é nekuomanteia cujo significado é “necromancia, adivinhação por meio da evocação dos mortos”.
· Mágico – É o agoureiro, adivinhos.[1]

Os deuses pagãos (que surgem no imaginário do povo pagão) eram uma abominação, porque eles constituíam uma reivindicação rival à soberania do Senhor. Os seus profetas eram igualmente maus. Professavam ouvir a comunicação de outros deuses e, por isso, tinham de ser mortos por ajudar e promover a sedição segundo o mandamento de Deus. A aparição de falsos profetas e a adoração a falsos deuses (cujo a Bíblia os chama de demônios) está relacionada a prática divinatória. Antes de Moisés anunciar a promessa de Deus sobre o estabelecimento do ministério profético em Israel (Dt 15.15-22), Deus advertiu o povo para que ninguém se envolvesse com práticas divinatórias e enumerou algumas delas, dizendo serem parte de culto pagão dos cananeus[2]. Em Deuteronômio 15 é evidente que as práticas divinatórias estão relacionadas com a crença de vários deuses e a ação que constitui o estabelecimento do fenômeno religioso do povo pagão primitivo. Ao estudar a função do profeta, entendemos que seu objetivo nunca foi adivinhar o futuro ou praticar a adivinhação em qualquer esfera. O profeta atuava para atender as reais necessidades do povo como o mensageiro de Deus. Portanto, o conceito de profeta como adivinhador do futuro é completamente impossível pela Escritura. Esperar que o profeta esteja disponível para adivinhar o porvir é abominação aos olhos de Deus! Sabemos que o Brasil está mergulhado nos mais profundo ocultismo. Mas o que espanta, é esse mal imperar em certos arraiais evangélicos na forma de “experiências espirituais”. Fotos, rosas ungidas, sal grosso, rodopios “espirituais” e etc., envergonham o Evangelho pisando no sacrifício de Cristo e expondo uma grande parte do povo evangélico brasileiro ao ridículo. Em reuniões que acontecem tais manifestações, o que vemos, é uma série de manifestações e expressões que em nada lembrar o verdadeiro poder de Deus.
Professor, converse com seus alunos e explique que os objetivos da aula são: conhecer o termo misticismo;
explicar o que são práticas divinatórias;
identificar atos maléficos a nossa fé;
compreender, de uma vez por todas, que a relevância do Evangelho não está numa suposta experiência espiritual, mas através da experiência viva e iluminadora da manifestação de Cristo Jesus em nós: “o mistério que esteve oculto desde todos os séculos e em todas as gerações, e que agora, foi manifesto aos seus santos; aos quais Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste mistério entre os gentios, que é Cristo em vós, esperança da glória” (Cl 1.26,27). Boa aula e Deus lhe abençoe!

Referência Bibliográfica

SOARES, Ezequias. O Ministério profético na Bíblia. Rio de Janeiro, CPAD, 2010.

ZUCK, Roy B. Teologia do Antigo Testamento. Rio de Janeiro, CPAD, 2009.

--------------------------------------------------------------------------------
[1] SOARES, Ezequias. O Ministério profético na Bíblia. Rio de Janeiro, 1. ed. CPAD, 2010, p. 70,1.
[2] Vide a lista da prática divinatória acima.

Lição 04 - O Fruto do Espírito Santo *-* Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis

O Fruto do Espírito Santo
Texto Bíblico: João 15.1,2,5; Gálatas 5.22-25

V. 22- Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade.

É notável a formulação desta frase em relação com o versículo 19. A mudança de “obras” para “fruto” é importante porque remove a ênfase do esforço humano. É significativo que Paulo use o singular “fruto” e não o plural “frutos”. Encabeçando a lista está ágape que aparece sempre ao final dos catálogos de virtudes e manifesta deste modo como princípio e fundamento de todas as demais virtudes. Este amor foi derramado em nossos corações com o Espírito Santo e se manifesta na fé enquanto amor “meu”. Ele dirige-se a Deus (Rm 8.28; 1 Co 2.9), a Cristo e ao próximo (Rm 13.8,10; Gl 5.13,14,etc). O amor de Cristo Jesus está dentro dos nossos corações, tendo sido derramado pelo Espírito Santo que atua como força vital divina que funde todos os carismas, é invariável e permanente. Seguindo o amor, está a palavra “alegria” (chará). É a alegria fundamentada num relacionamento consistente com Deus. Pode-se falar dela como uma alegria absoluta (2 Co 13.11; Fp 2.18; 4.4; 1 Ts 5.16), e também qualificá-la, baseada neste último fundamento, como alegria “no Senhor” (2 Pe 3.1; 4.4,10). A próxima palavra é “paz” (eirene). Várias vezes Paulo usa a expressão “Deus de paz, que indica o tipo de paz profunda por ele. Esta paz é muito consigo a serenidade mental, contrastando-se vivamente com as caóticas “obras da carne”. Em si mesmo, o Espírito está encaminhando para a paz, ordenada, que veio para judeus e gentios em Cristo Jesus. [...]Sendo parte do Fruto do Espírito a paz deve ser buscada. A palavra traduzida por “paciência e amabilidade” (makrothumia), significa longanimidade, paciência para suportar as injúrias de outras pessoas. É uma característica de Deus e de Cristo atuar com amabilidade. É uma propriedade essencial do amor. A palavra “bondade” (chrestótes) tem seu uso comumm tanto no grego bíblico, quanto no eclesiástico. [...] Em Paulo, significa benignidade, gentileza. Refere-se a uma disposição gentil e bondosa para com os outros, é característica de “ser bom”. A palavra traduzida por “fidelidade” (pístis), na maioria dos casos em que ocorre no Novo Testamento significa a fé que é confiança, entrega e obediência totais no que diz respeito a Cristo. [...] Traz o sentido de fidelidade a padrões da verdade ou no sentido de fidedignidade no trato com outras pessoas.

V. 23- Mansidão e domínio próprio.

“Mansidão” (prautes) é doçura, conduta suave, atitude pacífica com o próximo. Contém um sentido de brandura que é visto como disposição de submeter-se à vontade de Deus. É uma característica especial dos cristãos enquanto pessoas espirituais. Este fruto deve ser usado sempre que aparece a ira. A outra palavra é “domínio próprio” (egkrateia), significa autocontrole, a característica de ter domínio sobre seus próprios apetites. [...] Ela não significa somente capacidade de controle, mas de uma forma mais ampla: o autodomínio e disciplina sexual. Texto extraído da obra: Comentário de Gálatas. CPAD, 2009.

Lição 04 - Mas eu nasci assim *-* Conteúdo adicional para as aulas de Adolescentes

Mas eu nasci assim
Texto bíblico: Gn 25.19-34; Gl 5.16-26

Personalidade é conjunto de atributos e qualidades físicas, intelectuais e morais que caracterizam o indivíduo. Os principais elementos formadores da personalidade são a hereditariedade e o meio ambiente. Hereditariedade são os fatores herdados, isto é, a natureza humana transmitida pelos pais. Esses fatores hereditários nascem com o indivíduo e afetam e agem no mesmo através:

· Do sistema nervoso;
· Do sistema endócrino (as glândulas de secreção interna);
· Dos demais órgãos internos.

Esses fatores influem no psiquismo da pessoa, determinando o seu biótipo, isto é, sua constituição física, seu temperamento e influindo no, seu caráter. Eles passam de geração a geração e afetam o aprendizado de várias maneiras.

A. Componentes da Personalidade

1. Biótipo ou constituição. É o aspecto físico-morfológico do indivíduo.
2. Temperamento. É o aspecto fisiológico-endócrino do indivíduo. Noutras palavras, é a característica dinâmica da personalidade. Fazem parte dele os impulsos ou instintos, que sãos as força motrizes da personalidade. Os instintos são congênitos; implantados na criatura para capacitá-la a fazer instintivamente o que for necessário, independente de reflexão e para manter e preservar a vida natural. “Se no início de sua vida, o bebê não tivesse certos instintos, não poderia sobreviver, mesmo com o melhor cuidado paterno médico”. Dr. Leander Keyser.

Esses instintos saíram perfeitos das mãos do Criador, mas o pecado que veio pela queda os perverteu e os transtornou. Os afetos agem sobre o temperamento. É do temperamento que depende a maneira de reagirmos face aos fatos e circunstâncias da vida e ambientes.

3.Caráter. É o aspecto subjetivo da personalidade. O caráter é a característica responsável pela ação, reação e expressão da personalidade. É a maneira própria de cada pessoa agir e expressar-se. Tem a ver com a vontade própria e conduta. É a “marca” da pessoa subjetivamente.
4. O “eu”. É a pessoa consciente de si mesma. É o aspecto espiritual da personalidade. É ele o centro de gravitação, estrutura e equilíbrio de toda a vida psicológica.

Dos mais importantes aspectos ou componentes da personalidade são o caráter e o temperamento, os quais passamos a destacar.

Caráter
· É um componente da personalidade.
· É adquirido, não herdado.
· Resulta da adaptação progressiva do temperamento às condições do meio ambiente: o lar, a escola, a igreja, a comunidade, e o estado sócio-econômico.
· Pode ser mudado, mas ... não é fácil!
· Jesus pode mudar milagrosamente o caráter (2 Co 5.17) e continuar mudando-o, à medida que nos rendemos a Ele ( Rm 12.2; Fp 1.6). Jesus pode salvar (Hb 7.25), e esta salvação abrange espírito, alma e corpo (1 Ts 5.23).

Temperamento
· É um estado orgânico neuropsíquico.
· É inato, e capaz de desenvolver-se.
· É influenciado pelo sistema nervoso, glândulas de secreção interna, hereditariedade, constituição física.
· Pode ser controlado. O Espírito Santo pode e quer controlar o temperamento do crente (Rm 8.6,13; Gl 5.22).
· Não pode ser mudado.
Texto extraído do livro: Manual da Escola Dominical, pp. 222-224. CPAD

Lição 04 - Melhor do que o Ouro *-* Conteúdo adicional para as aulas de Pré-Adolescentes

Melhor do que o Ouro
Texto Bíblico: 1 Reis 3.5,7,9-13

Muitos vão para escola, passam anos estudando e adquirem muito conhecimento, mas não têm sabedoria. A sabedoria não se adquire numa sala de aula ou numa biblioteca. Ela se encontra em Deus. Ele é a fonte da sabedoria. “É o Senhor quem dá sabedoria; a sabedoria e o entendimento vêm dele” (Pv 2.6). A sabedoria é uma capacidade especial dada por Deus que nos faz discernir entre o certo e o errado. Quem deseja encontra-lá precisa pedir a Deus em oração. “Mas, se alguém tem falta de sabedoria, peça a Deus, e ele a dará porque é generoso e dá com bondade a todos” (Tg 1.5). A sabedoria é um tesouro precioso que precisa ser bem guardado. Quem a abandona fica desprotegido, mas quem não se afasta dela é recompensado. Ela precisa ser utilizada diariamente Texto adaptado da Revista de Mestre/ Adolescentes 5

Lição 04 - A salvação é pela graça *-* Conteúdo Adicional Para as Aulas de Juniores

A salvação é pela graça
Texto Bíblico: Efésios 2.4,5,7-9

Graça é o favor imerecido concedido por Deus à raça humana. Através da graça, o homem é capacitado a compreender, a aceitar e a usufruir, imediatamente, dos benefícios do Plano de Salvação (Efésios 2.1-11).

O objetivo da graça é duplo:
1) Salva o homem do pecado; e
2) Restringe a ação deste, levando o homem a viver nas regiões celestiais em Cristo Jesus.

A graça, segundo ensina o apóstolo Paulo, é operada mediante a fé, e mediante a fé plenamente usufruída. Será através da graça que tomaremos posse da vida eterna de tudo quanto o Pai Celeste nos preparou. No arrebatamento da Igreja, a graça há de se manifestar de maneira plena entre os santos, transformando-os em seres em tudo semelhantes ao Senhor Jesus (1 Jo 3.2). Texto extraído do: Dicionário de Profecia Bíblica, CPAD
No Antigo Testamento, o Senhor se revelou como o Deus da graça e da misericórdia, capaz de dar aos seus servos o que eles não mereciam, além de não lhes castigar por seus pecados. Isso, claro, em razão de terem se arrependido, pois quem não reconhece o seu pecado rejeita a graça e a misericórdia do Senhor.

Boa ideia!
Confeccione juntamente com as crianças pequenas caixinhas de presente. Você pode utilizar caixinhas de fósforos. Por fora da caixinha as crianças devem escrever a seguinte frase: “Tenho um presente de Deus para você”. Dentro da caixinha elas devem colocar um papel com a palavra “Salvação”. Solicite que elas entreguem essas “caixinhas de presente” para pessoas não crentes.

Lição 04 - Jesus, o amigo dos doentes *-* Conteúdo adicional para as aulas de Primários.

Jesus, o amigo dos doentes
Texto Bíblico: Lucas 17.11-19

De acordo com os especialistas a faixa etária (7 e 8 anos) é a “idade da razão”. As crianças começam a pensar por si mesmas. Desejam querem saber o “por quê” e o “como” das coisas, e também querem explorar as opções. É importante explicar as coisas para elas em preparação para o próximo estágio, quando começarão a tomar as próprias decisões. Se você não souber a resposta para as perguntas que fizerem, pesquisem juntos. Ensine-lhes como encontrar respostas e mostre que você sempre pode aprender e crescer. Não diga apenas: “Não sei”, ou “Porque sim”. Nesse estágio, as crianças precisam de fundamentos sólidos para sua fé. Essas crianças precisam ser levadas a sério. Esse é o momento perfeito para ensinar-lhes que a Bíblia é a Palavra de Deus, o nosso manual de vida fornecido pelo Criador. Elas precisam ter a certeza de que Jesus é Deus e de que Ele cuida delas e se importa com elas. Ensine às crianças sobre a necessidade de serem gratos a Deus por tudo o que elas têm. Texto adaptado do livro: Ensine Sobre Deus Às Crianças, pp 94-95,CPAD

Boa ideia!
Material: Cartolina vermelha e cola colorida com glitter.
Procedimento: Desenhe e recorte um coração para cada criança. Entregue os corações as crianças e peça para elas escreverem palavras de agradecimentos ao Senhor Jesus. Depois, peça que enfeitem o coração com a cola colorida com glitter.

Lição 04 - Obedeça a Palavra de Deus! *-* Conteúdo adicional para as aulas de Jardim da Infância

Obedeça a Palavra de Deus!
Texto Bíblico: Jonas 1.1-17; 2.1-10

I - De professor para professor
Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que devemos sempre obedecer a Palavra de Deus, mesmo quando a sua ordem parece difícil de cumprir.
• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.
• A palavra-chave da aula de hoje é “OBEDECER”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Devemos obedecer a Palavra de Deus.”

II - Para refletir
• “Jonas não queria ir a Ninive, e tentou fugir da ordem de Deus. Mas o Senhor tem muitas formas de ensinar-nos a obedecê-Lo e a segui-Lo.
Jonas revelou a razão para a sua relutância em ir a Nínive (1.3): Ele queria que os ninivitas fossem destruídos, e não perdoados. Jonas não entendeu que o Deus de Israel é também o Deus do mundo todo. Você se surpreende quando alguma pessoa que você não esperava se volta para Deus? Há muitas que têm uma visão tão limitada quanto a de Jonas. Não se esqueça de que, na realidade, nenhum de nós merece ser perdoado por Deus”. Extraído da: Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD
• Professor, “sua tarefa é de grande responsabilidade. Deus o escolheu (1 Tm 1.12) para realizar esta obra e espera que você faça o melhor (Lc 19.35). Então, não deixe para se preparar um dia antes da aula” (Luciana Alves, revista Juniores Mestre 5/6, CPAD).

III - Regras Práticas para os Professores
Os Vilões da Infância
Reais objetivos da adultização
“Mas, afinal, qual a razão de se negar às crianças a alegria das brincadeiras espontâneas? Por que lhes podar a criatividade de fabricarem seus próprios brinquedos? Qual motivo da sociedade aplaudir tudo isso como se fosse algo natural? Interesse econômico. O fato inegável é que há um interesse econômico por detrás desta realidade. Uma intenção que possui um objetivo: educar as crianças a serem consumidores em potencial. Educar para o consumo e para a submissão de ideias. Produzir consumidores mirins que satisfarão cada vez mais os desejos desse sistema que insiste em condicionar o verdadeiro sentido da infância ao status, dinheiro e mecanização. As crianças estão sendo pressionadas a crescerem depressa, quando na verdade deveriam respeitar seu processo de desenvolvimento, pois não pensam, não sentem nem aprendem como os adultos. Elas precisam de tempo para crescer e pressioná-las a viver como adultas só produzirão seres com dificuldades, inseguranças e conflitos no futuro” TULER, Marcos. Os Perigos da Adultização Precoce. Ensinador Cristão, ano 11, n. 43,p. 44

• Atividade
Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre, página 16.
Caso sobre algum tempo para mais uma atividade, sugira que as crianças encenem a história bíblica.

Lição 04 - A oração que fechou a boca dos leões *-* Conteúdo adicional para as aulas de Maternal

A oração que fechou a boca dos leões
Texto Bíblico: Gênesis 6.1-28

I - De professor para professor
Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que a oração deve ser a primeira atitude em qualquer situação.
• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.
• A palavra-chave da aula de hoje é “LIVRAR”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Papai do céu nos livra de todo mal”.

II - Para refletir
• “Os oficiais invejosos não encontravam nada na vida de Daniel para criticar, então atacaram a religião dele. Se você enfrentar críticas ciumentas por causa de sua fé, sinta-se feliz por isso; talvez tenha focado sua religião como um último recurso. Sua resposta deve ser continuar a crer e a viver corretamente. Então, lembre-se de que Deus está no controle, lutando por você nesta batalha” Extraído de: Bíblia do Estudante Aplicação Pessoal, CPAD
• Professor, “a memória da criança do maternal é curta. Os fatos devem ser-lhes repetidos para que venham a se lembrar depois” (Marta Doreto).

III - Regras Práticas para os Professores

Os Vilões da Infância
Reais objetivos da adultização
“Mas, afinal, qual a razão de se negar às crianças a alegria das brincadeiras espontâneas? Por que lhes podar a criatividade de fabricarem seus próprios brinquedos? Qual motivo da sociedade aplaudir tudo isso como se fosse algo natural? Interesse econômico. O fato inegável é que há um interesse econômico por detrás desta realidade. Uma intenção que possui um objetivo: educar as crianças a serem consumidores em potencial. Educar para o consumo e para a submissão de ideias. Produzir consumidores mirins que satisfarão cada vez mais os desejos desse sistema que insiste em condicionar o verdadeiro sentido da infância ao status, dinheiro e mecanização. As crianças estão sendo pressionadas a crescerem depressa, quando na verdade deveriam respeitar seu processo de desenvolvimento, pois não pensam, não sentem nem aprendem como os adultos. Elas precisam de tempo para crescer e pressioná-las a viver como adultas só produzirão seres com dificuldades, inseguranças e conflitos no futuro” TULER, Marcos. Os Perigos da Adultização Precoce. Ensinador Cristão, ano 11, n. 43,p. 45

IV - Atividade Manual
Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre, página 15.

Lição 03 - As funções sociais e políticas da profecia ** Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas Jovens e Adultos

As funções sociais e políticas da profecia
Leitura Bíblica em Classe: Jeremias 34.8-11,16,17

I. O papel político e social da profecia nas Escrituras
II. O profeta é enviado ao rei
III. Questão de ordem social
Conclusão
 
Prezado professor, a Bíblia tem muito a dizer acerca de questões sociais e políticas. O contexto histórico dos profetas veterotestamentários remonta um ambiente de injustiças sociais e corrupções políticas. Com o intuito de fazer o diálogo entre esse tempo hisórico e a igreja contemporânea é que reproduziremos um rico texto extraído da obra de John Stott “Cristianismo Equilibrado” (a fim de responder a seguinte pergunta: “Qual o papel social da Igreja?”):

“[...] Tem sido sempre uma característica dos evangélicos ocupar-se com evangelismo. Tanto assim que não é raro encontrarmo-nos com uma confusão de termos, como se “evangélico” e “evangelístico” significassem a mesma coisa. Na nossa ênfase evangélica em evangelismo, temos compreensivelmente reagido contra o tão falado “evangelho social” que substitui salvação individual por melhoramento social e, apesar do notável testemunho da ação social dos evangélicos do século dezenove, nós mesmos temos suspeitado de qualquer envolvimento deste tipo. Ou, se temos sido ativos socialmente, temos tido a tendência de concentrar-nos nas obras de filantropia (cuidando dos acidentes de uma sociedade doente) e tomado cuidado para evitar política (as causas de uma sociedade doente). Algumas vezes, a polarização na igreja tem parecido ser completa, com alguns exclusivamente preocupados com evangelismo e outros com ações político-sociais. Como um exemplo para o primeiro, tomarei alguns grupos do tão falado “Povo de Jesus”. Ora, estou muito longe de querer ser crítico de qualquer movimento. Contudo, uma das minhas inúmeras hesitações diz respeito às comunidades de Jesus que parecem ter rejeitado a sociedade e se retirado para a comunhão individual, fazendo cultos evangelísticos ocasionais, no mundo fora da comunidade. Vernon Wishart, um ministro da Igreja Unida do Canadá, escreveu sobre o Povo de Jesus em Novembro de 1972, num artigo oficial da Igreja. Ele descreveu o movimento como “uma reação ao profundo mal-estar cultural social” e uma tentativa para “vencer uma depressão do espírito humano” causada pela tecnocracia materialista. Mostrou-se admirador do genuíno zelo cristão por eles manifestado: “Como crentes primitivos, eles simplesmente vivem de uma maneira amorosa, estudando as Escrituras, partindo o pão juntos e compartilhando os recursos”. E ele reconheceu que o intenso relacionamento pessoal deles com Jesus, e de um para com o outro era um antídoto à despersonalização da sociedade moderna. Ao mesmo tempo ele viu este perigo: “Voltar-se para Jesus pode ser uma tentativa desesperada de desviar-se do mundo no qual ele encarnou. Como as drogas, a religião de Jesus pode ser uma fuga de nossa tecnocultura”. Nesta última frase, Vernon Wishart colocou o dedo no problema principal: Se Jesus amou o mundo de tal maneira que entrou nele através da encarnação, como podem seus seguidores proclamar que amam o mundo procurando escapar dele? Sir Frederick Catherwood escreveu: “Procurar melhorar a sociedade não é mundanismo, mas amor. Lavar as mãos da sociedade não é amor, mas mundanismo” [grifo nosso]. [...] Nós certamente não estamos confundindo justiça com salvação, mas temos frequentemente falado e nos comportado como se pensássemos que nossa única responsabilidade cristã para com uma sociedade não convertida fosse evangelismo, a proclamação das boas-novas de salvação. Nos últimos anos, contudo, tem havido bons sinais de mudança. Temos ficado desiludidos com a mentalidade da “tentativa abandonada”, com a tendência de escolher não participar da responsabilidade social e com a tradicional obsessão da “micro-ética” (a proibição de coisas mínimas) e a negligência correspondente da “macro-ética” (os grandes problemas de raça, violência, pobreza, poluição, justiça e liberdade). Tem havido, também, um recente reconhecimento dos princípios bíblicos para a ação social cristã, tanto teológica quanto ética. Teologicamente [grifo nosso], tem havido um redescobrimento da doutrina da criação. Tendemos a ter uma boa doutrina da redenção e uma péssima doutrina da criação [grifo nosso]. Naturalmente temos tido uma reverência de lábios à verdade de que Deus é o Criador de todas as coisas, mas, aparentemente, temos estados cegos para as implicações disto. Nosso Deus tem sido por demais “religioso”, como se o seu principal interesse fosse cultos de adoração e oração freqüentados por membros de igrejas. Não me entenda mal: Deus tem prazer nas orações e louvores do seu povo. Mas, agora, começamos a vê-lo, também (como a Bíblia sempre o retratou), como o Criador, que está interessado tanto pelo mundo secular quanto pela Igreja, que ama a todos os homens e não somente os crentes, e que tem interesse na vida como um todo, e não meramente na religião. Eticamente, há um redescobrimento da responsabilidade de amor pelo próximo, que é o seguinte mandamento: “Amar nosso próximo como amamos a nós mesmos” [grifo nosso]. O que isso significa na prática será determinado pela definição das Escrituras sobre o “nosso próximo”. O nosso próximo é uma pessoa, um ser humano, criado por Deus. E Deus não o criou como uma alma sem corpo (para que pudéssemos amar somente sua alma), nem como um corpo sem alma (para que pudéssemos preocupar-nos exclusivamente com seu bem-estar físico), nem tampouco um corpo-alma em isolamento (para que pudéssemos preocupar-nos com ele somente como um indivíduo, sem nos preocupar com a sociedade em que ele vive). Não! Deus fez o homem um ser espiritual, físico e social. Como ser humano, o nosso próximo pode ser definido como “um corpo-alma em sociedade”. Portanto, a obrigação de amar o nosso próximo nunca pode ser reduzida para somente uma parte dele. Se amamos o nosso próximo como Deus o criou (o que é mandamento para nós), então, inevitavelmente, estaremos preocupados com o seu bem-estar total, o bem-estar do seu corpo, da sua alma e da sua sociedade. Martin Luther King expressou muito bem: “Religião trata com o Céu como com a terra... Qualquer religião que professar estar preocupada com as almas dos homens e não está preocupada com a pobreza que os predestina à morte, com as condições econômicas que os estrangula e com as condições sociais que os tornam paralíticos. É uma religião seca como poeira”. Eu acho que deveríamos adicionar que “uma religião seca como poeira” é, na realidade, uma religião falsa. É verdade que o Senhor Jesus ressurreto deixou a Grande Comissão para a sua Igreja: pregar, evangelizar e fazer discípulo. E esta comissão é ainda a obrigação da Igreja. Mas a comissão não invalida o mandamento, como se “amarás o teu próximo” tivesse sido substituído por “pregarás o Evangelho”. Nem tampouco reinterpreta amor ao próximo em termos exclusivamente evangelísticos. Ao contrário, enriquece o mandamento amar o nosso próximo, ao adicionar uma dimensão nova e cristã, nomeadamente a responsabilidade de fazer Cristo conhecido para esse nosso próximo [grifo nosso]. Ao rogar que deveríamos evitar a escolha mais do que ingênua entre evangelismo e ação social, eu não estou supondo que cada crente deva estar igualmente envolvido em ambos. Isto seria impossível. Além disso, devemos reconhecer que Deus chama pessoas diferentes e as dota com dons apropriados à sua chamada. Certamente cada crente tem a responsabilidade de amar e servir o próximo à medida que as oportunidades se manifestam, mas isto não o inibirá de concentrar-se – conforme sua vocação e dons – em alguma incumbência particular, seja alimentando o pobre, assistindo ao enfermo, dando testemunho pessoal, evangelizando no lar, participando na política local ou nacional, no serviço comunitário, nas relações raciais, no ensino ou em outras boas obras.

Sugestão prática
Professor, utilize a lição desse domingo a fim de contribuir para a relevância de sua igreja local à comunidade que ela está instalada. Reflita com seus alunos sobre o papel social que a Igreja de Cristo tem a desenvolver na sociedade em que vivemos. Boa aula!

Reflexão: “Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (Ef 2.10).
Embora cada crente, individualmente, deva descobrir como Deus o tem chamado e dotado, aventuro-me a sugerir que a igreja evangélica local, como um todo, deve preocupar-se com a comunidade secular local como um todo. Uma vez que isto seja aceito, em princípio. Crentes individuais, que compartilham as mesmas preocupações, seriam incentivados a juntar-se em “grupos de ação e estudo”. Não para ação sem estudo prévio, nem para estudo sem ação consequente, mas para ambos. Tais grupos, com responsabilidade, considerariam em oração um problema particular, com a intenção de agir atacando o problema. Um grupo poderia estar preocupado com o evangelismo num novo conjunto habitacional, no qual (até onde conhecido) não mora nenhum crente, ou com uma seção particular da comunidade local – uma república para estudantes, uma prisão, estudantes recém-formados etc. Um outro público poderia dedicar-se aos problemas dos imigrantes e das relações raciais, de uma favela de área e de habitações deficientes, de um asilo para velhos desamparados ou de um hospital; de pessoas idosas que têm pensão, mas se sentem sós, de uma clínica local de aborto, ou de uma casa de prostituição. A possível lista é quase interminável. Mas se os membros de uma congregação local fossem compartilhar as responsabilidades evangelísticas e sociais da igreja em conformidade com seus interesses, chamadas e dons, muitos trabalho construtivos poderiam certamente ser feito na comunidade. Eu não conheço qualquer declaração de nossa dupla responsabilidade cristã, social e evangelística, melhor do que aquela feita pelo Dr W. A. Visser: “Eu creio”, disse ele, “que com respeito à grande tensão entre a interpretação vertical do Evangelho como essencialmente preocupada com o ato de salvação de Deus na vida dos indivíduos e a interpretação horizontal disto, como principalmente preocupada com as relações humanas no mundo, devo fugir daquele movimento oscilatório mais do que primitivo de ir um extremo para o outro. Um cristianismo que tem perdido sua dimensão vertical tem perdido seu sal e é, não somente insípido em si mesmo, mas sem qualquer valor para o mundo. Mas um cristianismo que usaria a preocupação vertical como um meio para escapar de sua responsabilidade pela vida comum do homem é uma negação do amor de Deus pelo mundo, manifestado em Cristo. Deve tornar-se claro que membros de igreja que de fato negam suas responsabilidades em qualquer parte do mundo são tão culpados de heresia quanto todos os que negam este ou aquele artigo da fé [grifo nosso]( STOTT. John R. W. Cristianismo Equilibrado. Rio de Janeiro, CPAD, pp. 55-64).

Lição 03 - Conhecendo o Espírito Santo ** Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis

Conhecendo o Espírito Santo
Texto Bíblico: João 14.16,17; 16.7-14

A dispensação do Espírito começou quando Jesus chegou ao céu, após a sua ascensão, enviou o Espírito Santo para o mundo (At 2.32,33) para ficar conosco ( Jo 14.16), e não como no tempo do Antigo Testamento, quando o Espírito Santo somente se manifestava esporadicamente ( 1 Sm 10.10; 16 .13; Nm 11.25; Mq 3.8, etc.). Ele anuncia as coisas de Deus (Jo 16.15). Nessa dispensação, tanto Deus quanto o Filho operam através do Espírito Santo ( At 14.27;21.19; 14.3, etc.).

A própria Bíblia focaliza três fases:

· No Antigo Testamento vemos Deus agindo, falando, guiando e operando.
· Os Evangelhos focalizam Jesus como o Salvador que ensinou o caminho da salvação e, depois, com a sua vida entregue à morte, ganhou a eterna salvação.
· Nos Atos dos Apóstolos e nas epístolas a atenção é fixada no Espírito Santo, quando Ele é aplicado à obra de Cristo e faz com que a vida espiritual se aperfeiçoe.

Embora o Espírito Santo venha operando desde o dia de Pentecoste, a palavra profética prevê um derramamento ainda maior nos últimos tempos. O Espírito Santo ajuda o crente a entregar-se inteiramente ao Senhor, para assim dominar a sua velha natureza (Gl 5.16,17). Texto adaptado do livro: Introdução à Teologia Sistemática, CPAD.

Lição 03 - Obedecer é o mesmo que adorar? ** Conteúdo adicional para as aulas de Adolescentes

Obedecer é o mesmo que adorar?
Texto bíblico: Salmos 119.90,91; Mateus 15.1-9

Professor, a obediência é essencial para uma vida cristã bem-sucedida. Deus também requer obediência de seus alunos. Pode ser difícil ensinar sobre obediência em um mundo que tende a rejeitar a noção da verdade absoluta. Há coisas certas e erradas em todos os lugares e para todas as pessoas. Mas felizmente o fato de que as ações certas e erradas têm consequências óbvias é algo que facilita sua tarefa. Por exemplo, a mentira com frequência, leva à traição e à quebra de relacionamentos. O vangloriar-se pode incitar à inveja. Por outro lado, viver no caminho de Deus leva à verdade, ao respeito, à generosidade, à benignidade, ao amor e a um ótimo relacionamento com Deus.
Converse com seus alunos explicando estabelecem regras não para controlar os filhos ou para deixá-los infelizes. O que eles desejam é tornar a vida melhor. Professor, ajude seus alunos a perceberem a razão da obediência as regras. Texto adaptado dos livros: 365 Lições de Vida Extraídas de Personagens da Bíblia e Ensine Sobre Deus Às Crianças, CPAD.

Lição 03 - O cuidado de Deus por mim! ** Conteúdo adicional para as aulas de Pré-Adolescentes

O cuidado de Deus por mim!
Texto Bíblico: Marcos 5.22-25,27,34,38,39

O Almirante está abordo
A vida não é um cruzeiro de férias, sem nenhuma responsabilidade. Deus o encarregou de conduzir o barco; fez de você o capitão. Ele exige que você use o seu talento e as suas habilidades nesta viagem. No entanto, Deus não solta simplesmente as amarras e acena enquanto você parte para o mar. Ele graciosamente envia o seu Filho Jesus junto com você nesta viagem. Neste momento, ao olhar para o amplo e incerto oceano, você pode obter consolo sabendo que o seu Almirante está no convés. Antes de se inscrever na esquadra, você pensou que estar sob a autoridade de Jesus seria ameaçador, difícil e humilhante. Agora você descobre que é confortador. Você não precisa navegar sozinho pela vida, ameaçado por águas infestadas de tubarões, céus tempestuosos e navios inimigos. Você permanece no comando, com as mãos no leme, mas agora tem a bordo um oficial que poderá orientar, incentivar, fortalecer e proteger você. Jesus é, em última análise, responsável por garantir que você chegue a portos seguros, e Ele tem a sabedoria e a capacidade divina para fazer com que isto aconteça. Ele tem domínio não apenas sobre você, mas sobre toda a criação. Sob a liderança dEle, você pode ficar a salvo e aproveitar a viagem, alegrando-se com a aventura, mesmo que diariamente seja posto à prova e seja desafiado a crescer na arte de navegar. Quando navegamos pelo mar aberto, Jesus nos orienta e instrui. O objetivo de Deus para esta viagem não é meramente trazê-lo a um porto, mas transformá-lo ao longo do caminho. Quando chegar ao seu destino, você terá se tornado muito mais do que um capitão experiente; o seu equilíbrio e comportamento serão tais que, não fosse a insígnia do seu uniforme, ninguém conseguiria diferenciar você do seu Almirante. Texto extraído do livro: Graça Diária,p.77 CPAD

18 de jul de 2010

Lição 03 - Eu sou pecador ** Conteúdo adicional para as aulas de Juniores

Eu sou pecador
Texto Bíblico: Gênesis 3.1-24

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO
“Os pecados cometidos estão refletidos nas punições, as quais foram aplicadas em partes. A serpente (14) foi amaldiçoada. Mais que é tradução incorreta, pois sugere que outros animais também foram amaldiçoados. O sentido correto é “à parte” ou “separado de entre”. [...] O castigo envolveria inimizade (15), hostilidade entre pessoas. A semente da serpente, que Jesus relaciona aos ímpios (Mt 13.38.39; Jo 8.44), e a semente da mulher, têm ambas sentido fortemente pessoal. Deus disse à serpente: A Semente da mulher te ferirá a cabeça. Compare a referência de Paulo a isto em Romanos 16.20. A serpente só poderia ferir o calcanhar da Semente da mulher. De fato, ferir não é forte o bastante para traduzir o termo hebraico que pode significar moer, esmagar, destruir. Uma cabeça esmagada que leva à morte é contrastada com um calcanhar esmagado que pode ser curado. O versículo 15 é chamado “proto-evangelho”, pois contém uma promessa de esperança para o casal pecador. O mal não tem o destino de ser vitorioso para sempre; Deus tinha em mente um Vencedor para a raça humana. Há um forte caráter messiânico neste versículo. Em 3.14,15, vemos “O Calcanhar Ferido”. 1) O Salvador prometido era a Semente da mulher — o Deus-Homem; 2) Esta Semente Santa feriria a cabeça da serpente — conquistar o pecado; 3) A serpente ferira o calcanhar do Salvador — na cruz, ele morreu (G.B. Williamson). O castigo da mulher seria o oposto do “prazer” que ela procurou no versículo 6. Ela conheceria a dor (16) no parto, que é bem diferente do novo tipo de vida que ela tentou alcançar pela desobediência. Igualmente, a futura ligação do seu desejo ao seu marido era repreensão à sua decisão de buscar independência. Ela sempre seria dependente dele. Deus pôs uma maldição diretamente na terra em vez de colocá-la no homem. Adão foi comissionado a trabalhar com a terra (2.15), mas já não seria por puro prazer. O homem se submeteu tão facilmente ao apelo da mulher que ele comeu o fruto proibido. Agora seu trabalho na terra seria misturado com dor (17). De todos os lados, ele seria confrontado por competidores: espinhos e cardos (18), que crescem profusamente sem cultivo e não produzem comida para o homem. Em Oséias 10.8, estas plantas aparecem como símbolos de julgamento e desolação no lugar da adoração. [...] A morte física não seria imediata, mas seria inevitável, porquanto és pó e em pó te tornarás (19). O tipo imediato de morte que o homem sofreu foi espiritual: separação de Deus.” Comentário Bíblico Beacon, CPAD, p.41-42

ATIVIDADES
Leve jornais e revistas para a sala de aula. Divida a turma em alguns grupos e distribua o material necessário para que os alunos possam produzir cartazes com figuras que representem as consequências do pecado para a humanidade. Quando terminarem, peça que cada grupo explique a razão de suas escolhas. Por fim, reafirme mais uma vez Romanos 5.12.

Lição 03 - O trabalho na Casa de Deus ** Conteúdo Adicional Para As Aulas de Primários

O trabalho na Casa de Deus
Texto Bíblico: 1 Crônicas 24—26

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO
Definição das tarefas dos levitas (23.28-32). A tarefa dos levitas era ajudar na preparação dos sacrifícios: juntar madeira, acender o fogo, matar os animais, cuidar das purificações cerimoniais (28), preparar ofertas de manjares (29), realizar atos de adoração (30) e, cuidar do Tabernáculo (ou tenda da congregação, 32; cf. Nm 3.5-10; 18.1-7).

Os turnos sacerdotais (24.1-19). Os descendentes dos dois filhos de Arão foram também divididos em 24 turnos para suas tarefas oficiais. A família de Eleazar tinha dezesseis chefes (homens) de famílias (4) e Itamar tinha oito para chefiar os turnos. Cada levita era sorteado para um dos 24 turnos e cada um servia uma semana de cada vez; começavam no entardecer de um sábado e terminavam na manhã do sábado seguinte.

As família e os turnos de cantores (25.1-31). Os músicos também foram escolhidos por sortes e divididos em 24 turnos. Davi reconhecia, como Samuel, a importância da música na adoração. Profetizarem com harpas (1) era louvar a Deus com voz e instrumentos (1 Sm 10.5). O sorteio incluiu os mais velhos e os mais jovens, professores e alunos, talentosos, e nem tanto. Consequentemente, os quatro mil levitas indicados para o serviço de canto incluíam o que havia de melhor. Ao mesmo tempo, os jovens e não muito talentosos estudantes podiam tirar vantagem da sua oportunidade de melhorar e dar o melhor de si a Deus.

Os vários funcionários (26.20-32). As duas principais divisões desta lista eram os tesouros do Templo (20-28) e os oficiais e juízes (29-32). O tesouro sagrado evidentemente era conhecido desde os tempos de Josué (Js 6.24). o versículo 27 reflete a política do uso religiosos de Davi dos despojos de guerra. As obras de fora, isto é, as tarefas civis de Israel, (29-32) eram realizadas pelos escrivãos locais, magistrados, com professores para proclamar, expor e fazer cumprir a lei de Deus e as ordens do rei. O grande números de homens incluídos aqui (cf. 30,32) reflete a extensão dos funcionários públicos no ápice do reinado de Davi.” Comentário Bíblico Beacon, CPAD, p.437-438

ATIVIDADES
Leve jornais e revistas para a sala de aula. Divida a turma em alguns grupos e distribua o material necessário para que os alunos possam produzir cartazes com as figuras de profissionais existentes em nossa sociedade. Quando terminarem, peça que cada grupo explique a razão de suas escolhas. Por fim, explique que também podemos servir a Deus através da nossa profissão.

Lição 03 - Preste atenção! ** Conteúdo adicional para as aulas de Jardim da Infância

Preste atenção!
Texto Bíblico: Neemias 8.1-3; 9.1-38

I - De professor para professor
Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam a apreciar o ensino da Palavra de Deus.
• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.
• A palavra-chave da aula de hoje é “APRENDER”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Na Escola Dominical aprendemos a Palavra de Deus.”

II - Para refletir
• “Quando Neemias chegou a Jerusalém encontrou mais do que apenas paredes desmoronadas; encontrou vidas destruídas. Em resposta a esta situação, Neemias reuniu o povo para ouvir Esdras fazer a leitura da Lei do Senhor. O povo se arrependeu e prometeu mudar de vida através da obediência à Palavra de Deus. Não importa onde vivamos, o desvio é um perigo sempre presente. Devemos sempre verificar o nosso comportamento, comparando-o com os padrões de Deus expressos na Bíblia, para que não nos desviemos, voltando a modos pecaminosos de viver”. Extraído da Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD
• Professor, “para sucesso de sua aula, estude bem o texto bíblico e ore ao Senhor para que Ele lhe dê inspiração e sabedoria para relatar os acontecimentos”. Extraído da revista Jardim de Infância Mestre 7/8, CPAD

III - Regras Práticas para os Professores
Os Vilões da Infância
“Durante muitos séculos a sociedade agiu de maneira indiferente com relação à infância. As crianças, de maneira muitas vezes sutil ou subliminar, são pressionadas a serem pequenos adultos. Imitam hábitos e costumes dos adultos e muitas vezes já nem sentem alegria pela infância, seu desejo é alcançar a maioridade.
1.As mídias, de modo geral. Em se tratando de poder, as mídias são atualmente forte instrumentos de influência e manipulação na educação e construção desses novos seres “adultizados”. No Brasil, as músicas que as crianças cantam não são mais tão infantis. As maquiagens, roupas e calçados copiam o adulto como se os gostos fossem os mesmos. As danças sensuais e canções com palavras obscenas já azem parte do repertório preferido dos pequenos. Meninas usam roupas e objetos que estimulam a sexualidade precoce, assistem aos mesmos programas de televisão e falam a mesma linguagem dos adultos. Garotinhas usam salto e meninas de apenas cinco anos de idade já querem se vestir como adultos e já não aceitam usar roupas que possuam qualquer desenho infantil que os faça parecer crianças. Abraçar e pegar na mão do filho é considerado motivo de vergonha. Crianças trabalham e apresentam programas de televisão”. TULER, Marcos. Os Perigos da Adultização Precoce. Ensinador Cristão, ano 11, n. 43,p. 44

IV - Atividade
Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre, página 12.
Caso sobre algum tempo para mais uma atividade, sugira que as crianças encenem a história bíblica.

Lição 03 - A oração de um bom vizinho ** Conteúdo adicional para as aulas de Maternal

A oração de um bom vizinho
Texto Bíblico: Gênesis 26.23-33

I - De professor para professor
Prezado professor, neste domingo o objetivo da lição é fazer com que as crianças aprendam que a oração nos ajuda a agir com bondade.
• Faça uma recapitulação da aula anterior. Pergunte qual foi a palavra-chave estudada e qual o versículo aprendido.
• A palavra-chave da aula de hoje é “BONDADE”. Então, durante o decorrer da aula repita a frase: “Papai do céu nos ajuda a sermos bondosos”.

II - Para refletir
• “Por três vezes Isaque e seus homens cavaram novos poços. Quando as duas primeiras disputas surgiram, Isaque partiu. Finalmente, houve espaço suficiente para todos. Ao invés de dar início a um grande conflito, Isaque comprometeu-se com a paz. Você está disposto a abandonar uma importante posição ou possessão valiosa para manter a paz? Peça a Deus sabedoria para saber quando se retirar e quando ficar e lutar” Extraído de Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, CPAD
• Professor, “se tivéssemos de usar uma única palavra para responder como é mentalmente a criança do maternal, diríamos: descobridora. A sua curiosidade e constante investigação das coisas, que a impulsionam a mexer em tudo, a querer tocar e ainda levar à boca, são totalmente justificáveis: estão descobrindo o surpreendente mundo criado pelo Pai Celeste” (Marta Doreto).

III - Regras Práticas para os Professores
“Durante muitos séculos a sociedade agiu de maneira indiferente com relação à infância. As crianças, de maneira muitas vezes sutil ou subliminar, são pressionadas a serem pequenos adultos. Imitam hábitos e costumes dos adultos e muitas vezes já nem sentem alegria pela infância, seu desejo é alcançar a maioridade.
1.As mídias, de modo geral. Em se tratando de poder, as mídias são atualmente forte instrumentos de influência e manipulação na educação e construção desses novos seres “adultizados”. No Brasil, as músicas que as crianças cantam não são mais tão infantis. As maquiagens, roupas e calçados copiam o adulto como se os gostos fossem os mesmos. As danças sensuais e canções com palavras obscenas já azem parte do repertório preferido dos pequenos. Meninas usam roupas e objetos que estimulam a sexualidade precoce, assistem aos mesmos programas de televisão e falam a mesma linguagem dos adultos. Garotinhas usam salto e meninas de apenas cinco anos de idade já querem se vestir como adultos e já não aceitam usar roupas que possuam qualquer desenho infantil que os faça parecer crianças. Abraçar e pegar na mão do filho é considerado motivo de vergonha. Crianças trabalham e apresentam programas de televisão” TULER, Marcos. Os Perigos da Adultização Precoce. Ensinador Cristão, ano 11, n. 43,p

IV - Atividade Manual
Realize as atividades sugeridas na revista do Mestre, páginas 11 e 12.

8 de jul de 2010

Lição 02 - A Natureza da Atividade Profética ☺ Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas Jovens e Adultos

A Natureza da Atividade Profética

Leitura Bíblica em Classe: Jeremias 1.4-6, 9-14

I. As formas de comunicação de aos profetas
II. As formas de transmissão da mensagem dos profetas ao povo
III. A questão extática do profeta

IV.
Conclusão

Prezado professor, a palavra-chave da lição desse domingo é Comunicação. O termo significa “processo de emissão, transmissão e recepção de mensagens por meio de métodos ou sistemas convencionais”. A comunicação é o recurso que Deus utiliza para se revelar ao seu povo. Nesse sentido, a profecia do Antigo Testamento foi comunicada mediante algumas formas de transmissão: diálogos; visão ou sonho; declaração oral e direta; figuras e símbolos; oráculos por ação (é a ação ou ato de um profeta que transmite uma mensagem profética. Ex.: Oseias casa-se com a prostituta representando o estado caótico de Israel, mas também o amor imortal de Deus por seu povo). A função primária da profecia é prenunciar a Palavra de Deus. O ministério profético, em Israel, surge diante da necessidade de comunicação e acatamento dos desígnios de Deus estabelecidos para o seu povo. Os profetas que exercem tal função são porta-vozes de Deus para transmitir seus desígnios. Para que aja transmissão de mensagem tem que haver um receptor. Este deverá receber a mensagem com clareza e compreensão. Por isso a diversidade que Deus usa em formas de transmissão de sua mensagem (conforme visto acima) é riquíssima em linguagem. O exegeta Walter C. Kaiser Jr, sobre essa diversidade, diz:

          
Constantemente, eles [os profetas] advertiam o povo
         
de Deus sobre o juízo que pairava sobre eles, se
         
deixassem de se arrepender e de se desviar do mau
         
caminho que decidiram seguir. Por isso os profetas

          
usaram todos os mecanismos literários
[grifo nosso]

         
que puderam imaginar para captar a atenção e a boa 
         
vontade de  seu público.
[1]

A profecia veterotestamentária tinha o papel de advertir a nação, combater a idolatria, falar a favor dos pobres e oprimidos (viúvas, órfãos, etc.). Enfim, profetizar, majoritariamente, era ir à contramão do poder opressor estabelecido em Israel.[2] Isso provava que Deus não consentia o que os homens, em sua soberba, pensavam ser benção oriunda dEle. Enquanto que para o povo os representantes do poder, em suas mordomias e luxuosidade[3], eram exemplos de “aprovação de Deus”; Deus demonstrava por meio dos seus profetas que as almas dos tais já estavam compromissadas com a imundície. Os profetas mostravam que o que para os homens era “benção”, para Deus não passava de abominação. Para transmitir essas verdades, o Eterno conduzia os profetas pelos principais meios de comunicação profética: Proclamação Direta (Nm 12.8; Jo 3.4); Linguagem Figurada (Is 40.3-5; Lc 3.1-18); Apresentação Dramática (Jr 27.2; Ez 5.1-12).

Prezado professor, reflita com os alunos que Deus se comunica e revela soberanamente através de quem Ele usa. Incentive-os a atentarem à forma que o Senhor transmite suas verdades e desígnios.


Referências Bibliográficas   

KAISER JR, Walter C. Pregando e Ensinando a partir do Antigo Testamento. Rio de Janeiro, CPAD, 2009.

DICIONÁRIO WYCLIFFE.
Rio de Janeiro, CPAD, 2006.
 

[1] KAISER JR, Walter C. Pregando e Ensinando a partir do Antigo Testamento. Rio de Janeiro, CPAD, 2010, p. 121.
[2] Em Israel esse poder era representado pelos reis, que abandonaram os princípios divinos, e pelo sistema religioso judaico cujo processo era completamente corrompido (Jr 44.1-30; Ml 1 – 3). 
[3] Em detrimento da vida social do povo.

Lição 02 - Conhecendo Jesus ☺ Conteúdo adicional para as aulas de Juvenis.

Conhecendo Jesus
Texto Bíblico: João 1.10-18

“E o verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1.14a). Com essas magistrais palavras o discípulo amado sintetizou o mistério da encarnação e das naturezas divina e humana coexistindo na pessoa única de Cristo. Jesus é Deus, o Verbo, mas também é homem, pois “se fez carne e habitou entre nós”. O verbo, que, sem deixar de ser Deus, se fez homem (Fp 2.6,7). Quando o Senhor Jesus viveu aqui na terra, ele foi 100% homem e 100% Deus. Não podemos negar a natureza humana de Cristo. Professor para que seus alunos compreendam essa verdade, prepare a seguinte “boa ideia”:

Material: Uma jarra transparente, um copo com açúcar, um copo com suco em pó, copos descartáveis e uma colher.
Procedimento: Coloque água potável na jarra. Cole uma tira de papel na frente do copo de açúcar indicando “verdadeiro Deus” e seus atributos: curou, libertou, recebeu adoração. No copo com suco, cole a tira com a seguinte inscrição: “verdadeiro homem” e seus atributos chorou, sentiu fome, sentiu sede. Comente que Cristo veio ao mundo na forma humana enquanto derrama o pó do suco na água e que Cristo tinha os atributos de Deus enquanto derrama o açúcar. Misture os ingredientes e pergunte se há possibilidade de separação? Este suco representa Cristo. É heresia negarmos a sua divindade, assim como a sua natureza terrena. Ele não é metade Deus e metade homem. Ele é 100% Deus e 100% homem, mas sem o pecado. Ele é homogêneo como este suco. Depois distribua o suco para os alunos. 
Receber a Cristo implica em acreditar na sua divindade e na sua natureza terrena.